Florence estava sempre presente nas partidas do filho, tornando-se fã de rugby por causa do talento e progresso do filho.
“Lembro-me de que, quando tinha 15 ou 16 anos, recebi um telefonema do meu gerente da academia, no Saracens, dizendo que precisava treinar com o time principal”, lembrou Atoje, que leu uma referência bíblica no funeral de Florence, no Echo.
“Fiquei tão animado que senti como se tivesse ganhado um milhão de libras. Subi as escadas correndo. Minha mãe estava ao telefone e eu contei a ela.
“Ele olhou para mim como ‘isso significa algo bom?’
“Mas então ela se tornou a maior fã de rugby. Ela viajava por todo o país e pelo mundo.
“Não há uma turnê em que eu tenha participado que ela não tenha participado. Seja na África do Sul, seja na Austrália, seja na Nova Zelândia, nas turnês pela Inglaterra, nas turnês do Lions (britânico e irlandês), todas as finais da copa, obviamente, todas as coisas da Premiership, ela está sempre lá.
“Ele fará muita falta.
“Voltar com a equipe foi provavelmente a melhor coisa que poderia ter acontecido.
“Entrar nesse ambiente diretamente com jogadores que conheço bem e jogadores que têm sido muito prestativos, acolhedores e compreensivos, bem como com o treinador e a equipe de bastidores.



