Os cientistas usaram uma pequena “pista de obstáculos” de plástico para testar quantos espermatozoides teriam dificuldade para fazer sexo na ausência de peso do espaço.
Alguns espermatozoides particularmente resistentes ainda sobreviveram ao curso, sugerindo que ainda pode ser possível conceber bebês no espaço, de acordo com uma pesquisa publicada quinta-feira.
No entanto, um problema maior pode ser que o desenvolvimento do embrião após a fertilização seja prejudicado pela falta de gravidade, descobriu a equipa australiana de investigadores.
Com os olhos postos na colonização de alienígenas – na próxima semana a NASA espera lançar sua primeira missão tripulada ao redor da Lua em meio século – os cientistas estão estudando quão difícil seria criar em naves espaciais ou em outros mundos.
Um dos maiores desafios é que o esperma não será puxado para baixo pela gravidade da Terra.
“Os espermatozoides precisam encontrar ativamente o caminho até o óvulo, e esta pesquisa é a primeira a testar essa capacidade em condições espaciais”, disse a pesquisadora Nicole McPherson, da Universidade de Adelaide, na Austrália.



