O S&P 500 ultrapassou a marca de 7.000 pontos pela primeira vez na quarta-feira, impulsionado pelas expectativas de inteligência artificial e lucros das grandes empresas de tecnologia, bem como pelo pessimismo sobre a flexibilização da política monetária.
A ascensão do índice de referência acelerou em meio a ganhos consecutivos de 1.000 pontos nos últimos anos, refletindo a crescente confiança dos investidores na economia dos EUA e nas empresas americanas.
Demorou quase três anos para o S&P 500 atingir 4.000 a 5.000 pontos, mas subiu de 5.000 para 6.000 em apenas nove meses, atingindo 6.000 em novembro de 2024.
O índice encerrou com alta de 0,3 por cento, a 6.999,71 pontos, rumo ao sexto dia consecutivo de ganhos, a mais longa sequência de vitórias desde outubro.
O otimismo relacionado à IA tem sido um dos principais impulsionadores dos mercados dos EUA, incluindo os gigantes da tecnologia NVIDIA, Microsoft e Alphabet. As ações de tecnologia representam cerca de 50% do S&P 500.
As expectativas de cortes nas taxas de juro por parte da Reserva Federal dos EUA também animaram o apetite pelo risco, com os investidores a apostar em dois cortes de 25 pontos base em 2026, depois de o banco central ter cortado as taxas de juro três vezes no ano passado.


