No centro das últimas críticas estão três sistemas aprovados pelos EUA para Taiwan: o sistema de defesa antimísseis Patriot PAC-3 e suas atualizações, o Sistema Nacional Avançado de Mísseis Superfície-Ar (Nasams) e o obuseiro autopropulsado M109A7 Paladin.
De acordo com o Ministério da Defesa de Taiwan e alguns analistas militares, a compra reforçará a dissuasão à medida que Pequim intensifica a pressão militar. Os críticos dizem que o maior risco é comprar a combinação errada, pelo preço errado, pelo risco errado.
“Essas armas não são apenas caras, mas também não se enquadram no conceito de guerra assimétrica que dizemos que estamos buscando”, disse o especialista militar Lu Di Yun, ex-secretário de imprensa do Ministério da Defesa, citando como exemplo os novos interceptadores Patriot de longo alcance de Taiwan.
A mídia local informou que a primeira remessa de mísseis PAC-3 Missile Segment Enhancement (MSE) chegou em janeiro, com a segunda remessa prevista para o final deste ano. Segundo relatos, Taiwan comprou 102 interceptadores por cerca de US$ 20 bilhões.



