O impasse levou o ministro da Defesa, Wellington Li-Shiong, a instar os legisladores da oposição a concederem autorização orçamental de emergência antes do prazo final de 15 de março, quando expiram as cartas de oferta e aceitação dos três acordos de armas.
Se os acordos para a compra do obuseiro autopropulsado M109A7, do Javelin e de dois mísseis antitanque fracassarem, seria a primeira vez que Taiwan perderia a compra de armas dos EUA devido a um impasse legislativo e não à relutância de Washington.
Su Tzu-yun, analista sênior do Instituto de Pesquisa de Defesa e Segurança Nacional, financiado pelo Estado, disse que a falta de assinatura e aceitação das cartas de oferta minaria a confiança internacional na disposição de Taiwan de se defender a tempo.
Su comparou a situação a “pegar um número em um hospital e perder a vez – você tem que fazer fila novamente”.
Ele acrescentou que a ilha “poderia perder prioridade na linha de aquisição de sistemas como os obuseiros M109A7 e os sistemas de lançamento múltiplo de foguetes Himars”, enquanto outros compradores aprovados, como Bahrein e Noruega, ficaram de fora.



