Na China, a morte é tradicionalmente vista como um tabu e frequentemente associada à má sorte.
Mas em Heze, uma cidade na província de Shandong, no leste da China, esta barreira cultural deu origem a uma indústria em expansão.
Lisa Liu, 29, de Hayes, já foi professora, segundo a revista Personage. Exausto pelas pressões do trabalho, Liu mudou de carreira em julho de 2023.
Após uma entrevista casual, ela passou a vender caixões, concentrando-se no mercado europeu, principalmente na Itália.
Seu chefe o levou para conhecer a fábrica, onde viu todo o processo de produção do caixão, desde o corte da tora até o entalhe e a montagem.
Para os trabalhadores, o caixão era apenas um objeto de madeira. Alguns até usaram urnas vazias como caixas de armazenamento em casa.
Isso ajudou Leo a superar suas superstições sobre os caixões serem “defeituosos”.
Ao contrário dos caixões chineses pesados e escuros, os caixões italianos são mais leves e muitas vezes têm esculturas religiosas.



