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Universidades estaduais estão prontas para iniciar aulas

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moça Universidades estaduais Alertaram que se isso acontecer não iniciarão as aulas do ano letivo de 2026 o governo Não segue a lei Financiamento universidade A alegação foi feita após determinação judicial de reajuste salarial e atualização de bolsas estudantis. Os sindicatos observaram que a continuação dos estudos está sujeita à implementação imediata da norma.

Reclamar o salário e o orçamento do devedor

O Sindicato dos Professores da Universidade de Buenos Aires afirmou que a ação de força ainda está em vigor. Conforme explicado, o executivo terá que pagar 46% da dívida para recombinar o salário. Caso contrário, anunciaram que o início do ano letivo será interrompido.

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Neste contexto, o líder Antonio Rossello enfatizou que o governo Xavier Miley Ele deve cumprir a decisão sem demora. Ele disse: “Esta resolução é clara e exige aumento de salários. Ele também exigiu a atualização do orçamento do país Universidades estaduaisJunto com bolsas de estudo e despesas operacionais.

No entanto, Rosselló manifestou desconfiança no testamento oficial. Conforme explicou, o poder executivo pode opor-se a esta decisão judicial. Além disso, lembrou precedentes recentes em que o governo atrasou a implementação das leis existentes relacionadas com a esfera social.

O conflito já dura meses

Esta reivindicação foi intensificada após vetos presidenciais e extensos debates jurídicos. Durante esse período, a Câmara dos Deputados aprovou diversas vezes a lei de financiamento universitário. No entanto, os principais artigos nunca foram implementados, o que exacerbou a situação no sector da educação.

Enquanto isso, a comunidade de Universidades estaduais Mantém o status de alerta. A diminuição do poder de compra afeta o planejamento educacional. Segundo os sindicatos, também estão em perigo os calendários de exames e a organização do próximo ano letivo.

O juiz Martin Cormick emitiu uma ordem de restrição em favor do Conselho Intercolegial Nacional. Ele declarou uma ordem executiva suspendendo a lei inexequível. Além disso, ordenou que fossem garantidas as verbas necessárias, afirmando que o afastamento do governo violou direitos fundamentais relacionados à educação.

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