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Xavier Miley se prepara para Davos: insiste na abertura do comércio e voltará a criticar a agenda “desperta”.

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O presidente viajará à Suíça com Carina Miley e o ministro das Relações Exteriores, Pablo Quirno. Na Casa Rosada, antecipam um discurso de confronto, centrado na defesa do capitalismo, do livre comércio e dos valores que o governo define como “ocidentais”.

o presidente Xavier Miley Preparando-se para retornar Davosonde participará Fórum Econômico Mundialque será desenvolvido Entre 19 e 23 de janeiro na Suíça. Em sua apresentação, O presidente pretende pressionar por aberturas comerciais, fortalecer o seu alinhamento geopolítico com os Estados Unidos e retomar as críticas à agenda.acordeEm linha com a mensagem que ele deu no ano passado.

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O presidente fará esta viagem acompanhado do secretário-geral da instituição presidencial. Karen Mileye o Ministro das Relações Exteriores Pablo Quirno. O governo garante que o discurso manterá o mesmo tom de confronto e buscará causar impacto tanto na esfera política quanto na conversa digital global..

Segundo fontes oficiais, a equipa presidencial está a trabalhar num projeto que coloca mais uma vez como central o que o partido no poder define.Valores do mundo ocidental“Em Balkars 50 eles prevêem que Miley enfatizará conceitos como família, tradições, negócios e capitalismo sem suavizar sua posição ideológica.

Na sua última aparição em Davos Presidente Vakissem como um “vírus mental e afirmou que, nas suas versões extremas, constitui uma ideologia de género.abuso infantilNesta nova intervenção, o presidente procura reafirmar esse discurso.

A executiva do Fórum de Davos vê-o como um espaço de diálogos não institucionais, que Miley utiliza como plataforma para difundir ideias para além da discussão puramente económica. As autoridades insistem que a exposição do ano passado foi fundamental para posicionar o presidente como uma autoridade na direita internacional e aprofundar o seu vínculo com o presidente dos EUA, Donald Trump.

Este discurso serviu para fortalecer a aliança estratégica com WashingtonNeste quadro, Miley voltará a destacar o livre comércio, a desregulamentação económica, a remoção de barreiras tarifárias, a redução governamental e os acordos comerciais unilaterais como os principais eixos da sua administração.

O alinhamento com os Estados Unidos e os líderes conservadores ocupará o centro do discurso presidencial. Neste sentido, o presidente costuma mencionar figuras como Giorgia Meloni (Itália), Benjamin Netanyahu (Israel) e Viktor Orbán (Hungria), entre outros.

A estratégia faz parte do esforço de Miley para criar uma aliança internacional de governos conservadores para articular agendas comuns nas áreas de segurança, defesa, comércio e inteligência. Na mesma linha, o presidente está planejando uma cúpula de líderes de direita na Argentina para 2026, para a qual pretende convidar líderes como José Antonio Caste, Daniel Noboa, Santiago Peña e Naib Boquele.

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