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A pergunta perturbadora de Eduardo Feynman de Alejandra Monteoliva POLÍTICA El Intransigente

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Ministro da Segurança Nacional Alejandra MonteolivaEle falou com este jornalista na sexta-feira Eduardo Feynman em Medidor de rádio. O foco desta conversa foram os incidentes violentos ocorridos em frente ao prédio na quarta-feira Congresso de nação Durante a sessão Reformas trabalhistas nele Senado. Neste contexto, Feynman colocou uma questão que causou desconforto no funcionalismo.

Monteoliva falou de “violência extrema” destinada a desestabilizar

Durante a entrevista, Monteoliva garantiu que os motins foram mais do que um simples protesto e que visavam desestabilizar as instituições. Ele disse: “Desestabilizar a instituição é mais do que atirar pedras na polícia, porque o nível de agressão está além da atuação das forças”. Questionado por Feynman se se tratou de um acto de terrorismo, o ministro disse: “Claro, absolutamente”.

Segundo explicou, entre os manifestantes havia pessoas com mochilas contendo combustível e materiais contundentes. “Pessoas com latas de gás e coquetéis molotov, lançando dardos com elásticos, paus transformados em lanças, porretes e martelos. Isso se chama violência extrema com a intenção de desestabilizar”, disse ele.

Por que eles não pararam os “lançadores de bombas”?

Em outra parte do relatório, Feynman perguntou: “Por que eles não foram atrás dos homens-bomba quando eles estavam atrás das caixas de papelão com coquetéis molotov?” Monteoliva explicou que as brigadas de detenção só intervêm quando existem condições de segurança para evitar grandes perturbações. “Atuam quando há garantias de movimentação, sem criar uma situação mais grave. As forças devem ser protegidas e a movimentação deve ser escalonada”, disse.

Perplexo, Feynman perguntou-lhe se não havia pelo menos uma chance de pular a cerca e deter um dos homens violentos. No entanto, o ministro enfatizou que era perigoso intervir enquanto as bombas incendiárias eram lançadas. O funcionário explicou: “Até que fosse garantido que não havia possibilidade de incêndio criminoso ou bombardeio, eles não poderiam fazer isso, caso contrário seria uma loucura”.

Monteoliva também esclareceu que nem todas as forças policiais desempenham o mesmo papel numa operação. Ele explicou que as Brigadas da Polícia Federal (PFA) são responsáveis ​​por prender as pessoas quando elas resistem às autoridades, enquanto a Polícia Antidistúrbios – armada com blindados – tem diversas tarefas que visam coibir a violência. “Quando lançavam coquetéis molotov, não havia como detê-los com brigadas”, frisou.

Pelo menos 17 manifestantes foram identificados

O ministro confirmou finalmente que foram identificadas 17 pessoas pelos motins e que o processo está nas mãos do poder judicial. Conforme detalhado, a investigação se baseia em três fontes principais de imagens: câmeras das forças de segurança, registros da mídia e material fornecido pela Prefeitura de Buenos Aires. “As imagens mais importantes são as da comunicação social, porque mostram o combate corpo a corpo”, concluiu.

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