Crianças nascidas de pais chineses registadas em endereços que já não existem ou em agregados familiares sem filhos. Os homens locais também foram pagos – ou involuntariamente usados – para serem nomeados como pais nas certidões de nascimento, para que as crianças se tornassem automaticamente cidadãos tailandeses.
A polícia, numa força-tarefa criada para investigar o esquema fraudulento, acredita que alguns dos registos falsos podem estar ligados a cibergolpistas chineses que tentam lavar dinheiro através de empresas que podem controlar totalmente.
“Começou num pequeno ponto no norte, espalhou-se gradualmente e agora chegou a Banguecoque”, disse ele aos jornalistas na quinta-feira. “Ainda existem milhares de casos. Já temos uma boa imagem destas redes e das suas operações. Acreditamos que vão parar de usar métodos antigos e tentar encontrar novos métodos – mas não será tão fácil como antes.”



