Quando Cirstea anunciou que esta temporada seria sua despedida após uma carreira de 20 anos, nem mesmo seus sonhos mais loucos teriam sugerido a realidade de como tudo terminou.
O anúncio de sua aposentadoria o levou a brincar com uma liberdade recém-adquirida, bem como com a sensação de que não há mais nada a provar.
Essa mentalidade independente produziu alguns dos melhores resultados de sua carreira – especialmente no saibro, onde venceu 10 das 12 partidas até agora.
No início desta semana, ela se tornou a jogadora mais velha a derrotar o número um do mundo, após nocautear Aryna Sabalenka na terceira rodada, em Roma.
Se Cirstea conseguir derrotar Coco Gauff ou Mirra Andreeva nas semifinais, ela também quebrará outra barreira notável – finalmente entrando no top 20 do mundo.
Depois de construir uma carreira sólida que incluiu quatro títulos WTA e duas quartas de final do Grand Slam, Circetia nunca passou do 21º lugar – em 2013.
Dado que ela está jogando o melhor tênis de sua carreira, muitos perguntaram se ela poderia reconsiderar sua decisão.
Cirstea está determinada a pendurar a raquete, embora tenha acrescentado uma advertência ao continuar sua corrida em Roma.
“Talvez se eu ganhar o torneio, prometo que vou pensar sobre isso”, ela riu.



