No ano passado, o Arsenal venceu a Liga dos Campeões, mas será apenas um espectador quando Barcelona e Lyon se enfrentarem no próximo sábado (17h00 BST).
Os Gunners chegaram às semifinais, mas foram eliminados pelos gigantes franceses na segunda mão unilateral.
O Chelsea foi eliminado pelo Arsenal no início da rodada, enquanto o Manchester United foi eliminado pelo Bayern de Munique.
A Bola de Ouro provavelmente reflectirá este equilíbrio europeu.
As nomeações ocorrerão no final do verão, mas sem torneios internacionais este ano, será interessante ver quais jogadores da WSL farão parte da lista.
Nove ficaram entre os 30 primeiros em agosto passado – e nenhum incluía o Manchester City, por quem Khadija Shaw, Vivian Miedema e Yui Hasegawa fizeram grandes reivindicações.
Outras, como Alicia Russo e Mariona Caldanti, do Arsenal, Alyssa Thompson, do Chelsea, e Jess Park, do Manchester United, também tiveram temporadas excepcionais e podem atuar.
No entanto, quando o prémio principal termina, ainda é dominado por jogadores de outros lugares. Afinal, um jogador do Barcelona venceu cada um dos últimos cinco anos.
Talvez até que o sucesso na Liga dos Campeões se torne comum, os principais clubes da WSL devam aceitar o segundo lugar, atrás dos outros pesos pesados da Europa.
Dito isto, com Georgia Steinway, Ona Batley e até Alexia Potelis mudando-se para Inglaterra neste verão, a balança pode pender mais cedo do que o esperado.



