Primeiro, o presidente dos Estados Unidos, que empurrou a memória dos europeus que tombaram no Afeganistão, depois a arrogância dos imigrantes israelitas, que permitiram que duas forças carabinieri italianas se prostrassem na Cisjordânia. Após meses de justificações e minimizações, até o governo, que sempre foi tão brando com Trump e Netanyahu, foi forçado a agir.



