Especialistas dizem que a mudança reflecte a necessidade urgente do país da África Austral de aliviar a escassez de dólares americanos e gerir a dívida em vez do alinhamento geopolítico, mas também um desenvolvimento silencioso para a estratégia de longo prazo da China para internacionalizar a sua moeda.
O Dr. Charles Mack, da Faculdade de Direito da Universidade de Bristol, interpretou a medida como uma resposta prática à grave escassez de dólares, e não como um sinal político.
“Para um governo sob forte pressão de liquidez, aceitar a moeda do seu maior credor e parceiro comercial é uma forma racional de reduzir a balança de pagamentos, reduzir os custos de transação e gerir o serviço da dívida de forma mais eficiente”, afirmou o docente e professor assistente.
Mick observou que a mudança tem implicações mais amplas.



