As forças de segurança israelenses prenderam 14 pessoas suspeitas de contrabandear produtos químicos usados para produzir explosivos para grupos terroristas na Judéia e Samaria, disse a Polícia de Israel na segunda-feira.
As prisões seguiram-se a uma investigação secreta de meses de duração apelidada de “O Alquimista”, liderada pela Polícia de Fronteira da Judéia e Samaria em colaboração com as Forças de Defesa de Israel, a Agência de Segurança de Israel (Shin Bet) e a Autoridade Tributária de Israel.
Esta investigação foi realizada em resposta a um aumento nos atentados à bomba nas estradas da Judéia e Samaria, que mataram e feriram agentes de segurança, disse a polícia.
A suposta rede envolvia um cidadão israelita que colaborou com vários palestinianos para contrabandear materiais multiuso no valor de milhões de siclos para a Judeia e Samaria, onde chegaram a organizações terroristas, acrescentou a polícia.
Oito suspeitos foram presos durante a fase secreta da investigação. No domingo à noite, as forças de segurança detiveram seis suspeitos adicionais – um no norte de Israel e cinco outros em ataques nas regiões de Jericó, Ramallah e Jenin.
As autoridades também confiscaram cerca de 175 quilogramas (386 libras) de material suspeito de ter sido usado na fabricação da bomba.
A polícia disse que a investigação está em andamento e outras prisões são esperadas.
“As forças de segurança continuarão a agir com determinação e cooperação para impedir infra-estruturas terroristas, prevenir o contrabando de armas e materiais perigosos e proteger a segurança dos cidadãos e das forças de segurança israelitas”, acrescenta o comunicado.



