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A trajetória de Héctor Paletta reacende a polêmica River x Boca

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Sem pressão Lautaro Branco um Lucas Martínez Quarta ao fechar de Superclássico no Monumental acabou gerando polêmica que saiu por 1 a 0 Boca sobre Rio para o torneio Apertura. Faltavam 48 minutos para o segundo tempo quando um chute de Marcos Acuña caiu na área e o zagueiro milionário acabou no chão após contato. Houve uma reclamação imediata, no entanto Dário Herrera Ele deixou passar e não recebeu a ligação do VAR, responsável pela Heitor Paletaque havia intervindo minutos antes na bola de mão de Lautaro Rivero que terminou no gol de Leandro Parede.

A jogada teve repercussão rápida e foi interrompida pelo árbitro anterior Javier Castrillique não hesitaram em marcar a sua posição. Para ele, foi uma intrusão. “Houve um movimento claro do braço… PUNIÇÃO…!!!”, escreveu ele em sua conta no X. E completou: Já é uma constante no futebol argentino… a falta de segurança jurídica no jogo. A imprevisibilidade prevalece. “Nunca se sabe se algum erro receberá a sanção correspondente.”

O xerife não parou por aí. E mais tarde observou: “Um empurrão não exige que seja executado com tanta força que provoque a queda do adversário, mas que seja suficiente para desestabilizá-lo. Blanco surpreende Martínez Quarta com os dois pés apoiados na mesma linha, e percebe claramente o impacto nos movimentos.

A lupa então voltou à arbitragem. E a responsabilidade não recai sobre Herrera mas sim sobre o facto de o homem visado ser Paletta um homem em quem o árbitro principal tem muita confiança Federico Beligoye também do presidente da AFA, Cláudio Chiqui Tapiaque foi alvo da ira da torcida do Millonario no final da partida.

Não é a primeira vez que Paletta – irmão de Gabriel, ex-jogador do Banfield e do Boca – se vê em uma polêmica superclássica. Em Núñez, seu nome já aparece associado a decisões discutidas. A lembrança mais próxima é do duelo de novembro de 2025, quando River protestou uma falta de Milton Giménez sobre Paulo Díaz antes do gol de Exequiel Zeballo. Essa medida também não foi revista.

Há mais. Em setembro de 2024, na La Bombonera, o River venceu por 1 a 0 com gol de Manuel Lanzini, mas o foco estava em Marcos Rojo. Do lado visitante, alegaram duas possíveis expulsões: um soco em Facundo Colidio e uma cuspida. Nenhuma das duas situações motivou revisão do VAR.

Outro caso recente na memória do milionário é o duelo contra o Barracas Centralno Parque Patricios, no início deste torneio. Ali, um chute de Fausto Vera foi bloqueado na linha por Gastón Campi de braços abertos, aumentando o volume. A pena não foi sancionada ou reconsiderada. Novamente, com Paletta no VAR.

O episódio Monumental reviveu toda essa combinação. Ainda mais porque no mesmo jogo foi uma ação anterior que impulsionou a comparação: o gol que Maximiliano Salas anulou por ofensa no ataque. Para o River, os critérios não foram os mesmos da jogada de Martínez Quarta.

Ainda com calor, o próprio zagueiro reclamou com Herrera em campo: “É pênalti, não me deixa jogar a bola”. A cena foi apenas o ponto de partida para uma discussão que, como costuma acontecer no Superclássico, promete prolongar-se muito para além do apito final.



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