Outro escândalo crescente começou a abalar a Serie A, com o árbitro designado Gianluca Rocchi e o supervisor do VAR Marco Gervasoni sendo investigados por conspiração para cometer fraude esportiva em incidentes separados. Ambos deixaram temporariamente seus cargos, Corriere della Sera relé.
A primeira pessoa está sob vigilância por supostamente influenciar algumas avaliações fazendo gestos ou tocando nas janelas de vidro da sala, o que vai contra o protocolo. A investigação decorre de denúncia apresentada pelo ex-gerente Domenico Rocca há um ano.
Rocchi também foi acusado de selecionar estrategicamente árbitros que ele sabia que o Inter gostava ou não em partidas selecionadas, discutindo-os sobre assuntos não especificados no San Siro. NÃO SÃO nerazzurri exec faz parte da investigação. O presidente Giuseppe Marotta nega todas as acusações.
Os incidentes envolvendo VAR na Udinese-Parma e Salernitana-Modena em março de 2025 foram analisados pelo Ministério Público Federal. Ele decidiu não abrir investigação por falta de provas na época. O protocolo mudou nesta temporada. A pessoa designada já não se encontra no centro de transmissão em Lissone durante os jogos. Alguns inspetores observaram que não houve interferência.
Rocchi poderá ser interrogado pelo Ministério Público de Milão ainda esta semana, mas poderá optar por não responder ou não comparecer. Seu advogado destacou que era incomum que os co-réus não fossem citados no aviso de investigação. Provavelmente se expandirá para vários outros árbitros.
Os dirigentes da Série A rapidamente se apressaram em declarar que não havia dúvidas sobre a regularidade do torneio. O árbitro principal estava se preparando para sair. A mudança nos acontecimentos poderia ser aproveitada pelo Comitê Olímpico Italiano para nomear um comissário em vez de realizar uma eleição após a renúncia de Gabriele Gravina.
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