Augusto Sanz Ele se tornou navegador quase por acidente. Certa vez, um amigo o convidou para fazer um teste há cinco anos e desde então ele tem alternado sua conquista esportiva com a instalação de geradores de eletricidade em áreas rurais de todo o país. Mas também é bombeiro voluntário na província de Buenos Aires.
Sanz, 29 anos, de Exaltação da Cruzpilotando o veículo da holandesa Puck Klaassenapenas 23 anos, na categoria Desafiador. “Foi uma etapa complexa para a navegação, mas felizmente tudo correu bem para nós. Avançamos em ritmo constante e com poucos erros. Estamos muito felizes com esse resultado, muito esperado por sinal”, disse Sanz, bombeiro voluntário de sua cidade.
Nessa disciplina, a tripulação argentina David Zille sim Sebastião Cesana Perderam a liderança na classificação geral e caíram para a quinta colocação, após terminarem em sétimo lugar na etapa. Enquanto isso, os principais candidatos, Nicolás Cavigliasso sim Valentina Pertegarinicada quarto e sexto, respectivamente.
Enquanto isso, eu Lado a ladocordovão Jeremias González Ferioli Após a má experiência de segunda-feira, ele ficou em quinto lugar na etapa, embora ainda seja o 19º da geral. Já Manu Andujar ficou em 13º lugar no dia e continua em 9º na classificação.
A maior categoria de carros, Ford devolveu o grande golpe que ele havia dado Toyota na segunda-feira, que colocou cinco Hilux à frente. Agora a marca oval fez isso com o Raptor, liderada por Mitch Guthrieque lidera a classificação geral, seguida de quatro do mesmo modelo: Martin Procover, essência Extort, Carlos Sainz, Roma.
Nas motocicletas, Luciano Benavides Ele teve um bom dia. Apesar da queda, o saltanês ficou em quarto lugar, numa etapa caracterizada pela navegação. “Ataquei desde o início. Passei por alguns rivais e entramos em uma área muito técnica. Fiquei nervoso e caí. Senti dores. Depois de reabastecer, empurrei novamente, me aproximei de Branch. Apesar de todos os problemas, o resultado é positivo”, admitiu Luciano. Clarim no acampamento Alula.
Quarta-feira será um dos momentos chave deste Dakar, porque um dos dois Etapas da maratona. Consiste numa etapa que terminará num abrigo (não nos acampamentos habituais), onde haverá acesso limitado, apenas ativado para concorrentes, que não serão assistidos pelas respetivas equipas.
O dia decorrerá num percurso de 526 quilômetrosdos quais 451 serão testes especiais. Ao chegarem ao abrigo terão apenas uma pequena tenda individual e uma ração alimentar, aguardando o início da etapa na quinta-feira, onde no final do dia se encontrarão com as equipas no acampamento do Salve.
Rally Dakar 2026: o resumo do dia
Arábia Saudita É sinônimo de petróleo. Ele Dacar desembarcaram neste país por causa do poder econômico construído na base do negócio do ouro negro. Mas quem poderia imaginar que a raça mais extrema do planeta conta com o serviço dos argentinos para fornecer combustível.
Parece estranho, mas no maior produtor de petróleo do mundo, e também no maior exportador, Dacarem sua jornada por tudo Arábia Sauditausando serviços argentinos para fornecer combustível.
“Somos 27 argentinos viajando para prestar o serviço de expedição em Dakar. Mas também somos responsáveis pelo transporte do combustível especial que vem de outros países”, explicou ao Clarim Tomas Buedo, coordenador geral da empresa SurtiRallyoriginário da província de Córdoba.
A relação da empresa com o Dakar nasceu quando surgiu a corrida mais extrema do mundo Argentinaem 2009. Desde então, o título permaneceu inalterado.
Fornecimento de combustível, fator fundamental e muito valorizado no Rally Dakar.“No final de Novembro chegará um grupo avançado responsável por verificar a manutenção dos equipamentos que então vendemos aqui. E vamos providenciar tudo o que for necessário para estes 18 dias de actividade. A nossa tarefa não se limita apenas a enviar combustível no meio do deserto”, acrescentou.
A empresa argentina, conhecida no meio automotivo nacional por prestar o serviço em diversas categorias, multiplica realizando o serviço ambulatorial nos mais de 8 mil quilômetros de competições ao longo de duas semanas. Além de abastecer os veículos participantes do Dakar, também é responsável pelo reabastecimento dos helicópteros.
O trabalho deve ser preciso. Uma espécie de posto móvel é instalada no meio do nada, para abastecer diversas categorias no meio dos palcos. Além de manter as medidas de segurança como premissa principal, é preciso ser eficiente antes da chegada de cada competidor, que costuma chegar em grupos grandes e ninguém pode perder tempo.
Dakar chega aos lugares mais inóspitos do planeta. Foto. EFE.Enquanto isso, no acampamento, os veículos que entram nos acampamentos também auxiliam o despachante interno, que obviamente está sob a responsabilidade da empresa argentina.
“Durante todo esse tempo, passamos de tambores a caminhões-tanque. Para evitar problemas com os tanques, usamos bombas para aspirar por cima, além de contar com sistemas de filtragem”, explicou Buedo.
Durante o Dakar, os argentinos enviam 1.200.000 litros de diesel, 1.000.000 litros de supergasolina e 250.000 litros de combustíveis renováveis, muitos deles para carros da categoria T1, a mais potente.
A tarefa se divide em duas: quem fornece combustível nos acampamentos e na “pista”, no meio do deserto durante a corrida. Existem também equipes de vigilância para verificar todas as áreas.
Os árabes são responsáveis pelo transporte dentro Arábia Sauditajá que grande parte do combustível é transferida das diversas refinarias. Um total de 80 caminhões trabalham durante a grande corrida.
“Levamos o combustível especial de outros países. Por exemplo, a equipa Dacia tem um acordo com uma petrolífera britânica e temos de fazer a logística para transportar esse combustível do Reino Unido para a Arábia Saudita”, destacou um dos porta-vozes da SurtiRally.
Embora o trabalho intenso seja observado durante o mês de janeiro, a tarefa começa muito mais cedo. “Em Maio começámos a trabalhar no Dakar. As transferências para Arábia Saudita“A operação está sendo coordenada com transportadoras locais e também há diálogo com a organização para coordenar a logística do trabalho com o roteiro proposto pela organização”, concluiu Buedo.
A Arábia Saudita é sinônimo de petróleo. Mas na terra do combustível, os argentinos são responsáveis pelo abastecimento de todos os veículos envolvidos na corrida mais extrema, mas também mais complexa: o fascinante Dakar.



