A decisão surpresa do wide receiver George Pickens de aceitar uma oferta por sua franquia alimentou especulações. Explicação parece bem simples.
Da perspectiva do técnico dos Cowboys, Brian Schottenheimer, a situação é simples o suficiente para exigir apenas um segundo de reflexão ou discussão.
No sábado, Schottenheimer deixou claro que não via sentido em conversar com Pickens sobre sua decisão.
“Não acho que houvesse qualquer razão para termos essa (conversa)”, disse Schottenheimer no sábado, via Joseph Hoyt, do Dallas Morning News. “Não foi isso que planejamos fazer.”
Então, por que Schottenheimer acredita que Pickens decidiu se comprometer com um contrato de um ano no valor de US$ 27,298 milhões com os Cowboys?
“Acho que George jogaria este jogo por um dólar porque adora futebol”, disse Schottenheimer, “Esses caras adoram jogar, adoram jogar”.
Isso é uma simplificação excessiva da situação. A melhor visão é que Pickens não tem outra alternativa viável. Com os Cowboys relutantes em dar a Pickens um contrato de longo prazo e nenhum outro time disposto a contratá-lo para uma lista de ofertas que exige duas escolhas na primeira rodada se a oferta não for atendida, a única jogada de Pickens é pegar US$ 27,298 milhões (mesmo que esteja quase US$ 15 milhões abaixo do topo do mercado), conseguir outro grande ano e fazê-lo novamente em 2027.
E embora alguns continuem se perguntando se o próximo jogo de Pickens será pular o minicamp obrigatório do próximo mês, recomendamos abrir uma caixa normal. Por que ele aceitaria a oferta de vez em quando incorreria em uma multa de quase US$ 100 mil quando simplesmente não poderia aceitar a oferta até que o minicampo chegasse e desaparecesse?
O gesto sugere que Pickens terminará em 2026. Que ele estará lá, com o objetivo de repetir o desempenho de 2025 e a partir daí, colocando ainda mais no retrovisor os problemas persistentes de seus três anos em Pittsburgh.


