Na quinta-feira, foi julgado o segundo dia da fase de grupos das copas Libertadores sim Sul-americanoque foi marcado pelas atuações das seleções argentinas. Num fato histórico, Isso não acontecia há 18 anos.venceu os seis representantes da AFA no torneio máximo subcontinental (Boca, Estudiantes de La Plata, Independiente Rivadavia de Mendoza, Rosario Central, Lanús e Platense). Em contrapartida, no segundo nível na América do Sul, apenas River e San Lorenzo fizeram o dever de casa.
A última vez que os argentinos conseguiram uma vitória completa foi em a última data da fase de grupos da Copa Libertadores de 2008.
Essa semana, Boca sim Rio Aproveitaram para chegar vitoriosos ao Superclásico de domingo; Corrida Ele ampliou sua seqüência de derrotas e caiu pela terceira vez consecutiva; o histórico Maracanazo de Rivadavia Independente no Rio de Janeiro e Platense contra o Peñarol em Montevidéu. E muito mais.
Independentes Rivadavia e Platense – 10 pontos
Sem dúvida, tanto Mendoza Lepra quanto Buenos Aires Squid tiram as fotos da capa. Na quarta-feira, foi o Independiente Rivadavia quem conseguiu fazer história ao vencer por 2 a 1 o poderoso Fluminense, de Luis Zubeldia, no campo do Rio. Vinte e quatro horas depois, o Platense o imitou, que também venceu um campeão como o Peñarol como visitante.
No estádio do Maracaná, o “Lepra” começou a perder aos 10 minutos após gol de Guilherme Arana. Mas longe de desistir, empataram antes do segundo tempo graças a um cabeceamento de Fabrizio Prieto. Com sede de glória, o paraguaio Alex Arce aproveitou o rebote para balançar as redes e fazer o 2 a 1, que ficará imortalizado na memória dos torcedores mendozanos que vivem um sonho tornado realidade.
A equipa de Alfredo Berti tem a vantagem adicional de ser líder na sua área no torneio Apertura e também na tabela anual da Liga Profissional. Em sua primeira participação na Libertadores, lidera o Grupo C com placar perfeito, fruto de duas vitórias, sendo a primeira contra o Bolívar, em Mendoza.
O Platense, que havia perdido para o Corinthians em Vicente López, equilibrou seu patrimônio em 2 a 1 no estádio Campeón del Siglo, graças aos gols de seu capitão Guido Mainero sim Franco Zapiolacriminal.
Liderados por Walter Zunino, eles se destacaram diante de um grande número de torcedores que cruzaram o Rio de La Plata e passaram mais de sete horas em campo por questões de segurança.
Boca e Rosário Central – 8 pontos
A equipe de Claudio Úbeda voltou a dar garantias após a vitória por 2 a 1 no Chile, no primeiro encontro, contra a Universidad Católica. O duelo contra o Barcelona, em Guayaquil, começou com o pé esquerdo após a grave lesão do goleiro Agustín Marchesín, que rompeu o ligamento cruzado do joelho e foi substituído por Leandro Brey aos 12 minutos do primeiro tempo. Uma derrota significativa para a equipa de La Ribera antes do Superclásico, que deverá ficar afastado, pelo menos, sete meses.
Apesar do cenário desfavorável, o Xeneize manteve-se no jogo e graças a Lautaro Di Lollo, que marcou de cabeça após belo cruzamento de Lautaro Blanco, foi para o intervalo vencendo por 1 a 0. Assim como no primeiro tempo, os gols extras vieram na reta final. Primeiro Santiago Ascacibar, novamente de cabeça, graças a nova assistência de Blanco; e depois o espanhol Ander Herrera, que selou a vitória com uma direita mortal de fora da área.
Como isso não acontecia há muito tempo, o Boca venceu sem sofrer. Foram líderes do Grupo D com pontuação perfeita e vão tentar consolidar o que conquistaram contra o Cruzeiro, em Belo Horizonte.
El Canalla obteve uma importante vitória no Paraguai, o que significou um copo d’água no deserto. No meio de um presente errático, onde acabava de perder feio para o Huracán por 3-1, a equipa de Jorge Almirón conseguiu somar os primeiros 3 pontos nas competições internacionais frente ao Libertad.
Sem Ángel Di María, ausente por lesão, a equipa do Rosário venceu pelo mínimo graças a Enzo Copetti aos 83 minutos.
Ele veio de um empate sem gols no Gigante de Arroyito contra o Independiente del Valle, no Equador, no primeiro encontro e no encontro seguinte deverá viajar à Venezuela para enfrentar a Universidad Central.
San Lorenzo e Estudiantes – 7 pontos
O “Ciclón” recuperou o empate conquistado no Chile contra a Recoleta com uma vitória difícil, mas justa, sobre o Deportivo Cuenca, do Equador.
Gustavo Álvarez foi encontrando aos poucos as melhores respostas no elenco e comemorou os gols de Romaña e Tripichio, dois zagueiros.
Chegou a quatro pontos e foi líder do Grupo D da Sul-Americana.
Na mesma etapa, o Estudiantes, que também venceu em casa pela Libertadores, sofreria parte do jogo, mas justificaria na eficiência de Farías e Thiago Palacios, que brilharam para os comandados por Alexander Medina.
O rival era o Cusco FC e a vitória permitiu manter a guarda do Flamengo, seu próximo rival e que tem um ponto ideal.
River, Lanús e Barracas Central – 6 pontos
O caso do River foi diferente, pois apesar de ter conquistado a primeira vitória na Copa Sul-Americana após um empate em Santa Cruz de la Sierra no primeiro encontro contra o Blooming, o Millonario – que, ao contrário do Boca, rodou grande parte de seu time titular – achou difícil gerar jogo e ser dominante contra um time extremamente inferior como o Carabobo da Venezuela.
As constantes indicações de Chacho Coudet e as caretas de raiva à sua equipe mostraram o fraco nível da equipe de Núñez, que foi para o intervalo sem abrir o placar e com uma má notícia: a lesão de Fausto Vera, que teve que deixar o campo aos 26 minutos e não estará à disposição para a partida com o Xeneize.
Já na complementação, o treinador teve que recorrer ao chute inicial, entre eles Sebastián Driussi, a chave do gol, cujo gol voltou a se abrir e marcou o único gol de uma noite discreta do River, onde o time alcançou o gol, ainda que com muito espaço para melhorias antes do importante duelo de domingo.
Custou também ao Lanús, campeão da Sul-Americana e da Taça das Taças, que somou a primeira vitória contra o Always Ready, da Bolívia, em La Fortaleza. Gerou muitas chances perigosas, mas precisava de um avanço do seu artilheiro Valois, que lhe havia dado a vitória no clássico contra o Banfield.
Depois de perder para o Mirassol, do Brasil, na estreia, o time Sul ficou em segundo lugar no Grupo G, que tem a Liga Universitária de Quito na liderança, com um ponto ideal.
O Barracas Central não venceu, mas o empate no Paraguai contra o Olímpia, ex-campeão da Libertadores, não pode ser visto de forma negativa. O Guapo empatou suas duas partidas sem marcar, por isso sonha em lutar na Sul-Americana.
Racing, Deportivo Riestra e Tigre – 3 pontos
A academia vive dias turbulentos. A derrota no clássico contra o Independiente abalou a estante e produziu um time que já não lembra a Sul-Americana 2024 ou a Libertadores 2025.
Com o cilindro vazio em decorrência da sanção da Conmebol pelo uso de sinalizadores na semifinal da Copa Libertadores de 2025, contra o Flamengo, o time de Gustavo Costa rapidamente assumiu a liderança contra o Botafogo com uma cabeçada de seu capitão, Santiago Sosa.
Apesar de a seleção brasileira ter feito o 2 a 1 antes do intervalo, no segundo tempo Adrián Maravilla Martínez conseguiu se livrar do pênalti cobrado no clássico e quebrar a seca de gols para empatar.
No entanto, a equipe de Avellaneda não conseguiu manter o resultado e mais uma vez pagou caro por seus erros defensivos, depois que um gol agonizante nos acréscimos selou a derrota por 3 a 2 e estendeu o sangramento para três derrotas consecutivas.
Também falhou terminou Deportivo Riesta em sua primeira excursão internacional fora de Bajo Flores. Na terça-feira, o time comandado por Guillermo Duró foi mesquinho e, apesar de jogar um tempo com um jogador a mais, perdeu no minuto 1 para o Grêmio, em Porto Alegre.
E nesta quinta ele sofreu também tigreque em casa e diante de seu povo deixou escapar a chance de vitória ao tropeçar no desconhecido Macará, do Equador, que o derrotou por 1 a 0. No Matador, que depois de um bom início de temporada não consegue encontrar regularidade, Gonzalo “Pity” Martínez foi expulso.



