Fracassado Eduardo Coudet em sua primeira prova de fogo sob o comando de Rio. É verdade que a chegada do Chacho mudou a energia da equipe de Núñez e a partir daí tivemos que entender as 6 vitórias e um empate. Mas a realidade mostrou que o time ainda não estava jogando bem. Apenas uma ligeira melhora foi observada contra o Belgrano no Monumental. É portanto a batalha antes Boca de Cláudio Úbeda É um tapa na cara da realidade.
“É impossível que essa derrota não aconteça. Você tem que bater, mas tem que subir. Sofreremos o que devemos sofrer. Este clube leva tempo para se acostumar a vencer; Todo jogo é uma obrigação. A realidade é que não custa mais do que eu pensava.. Não vou desistir: continuarei insistindo e exigindo. Agora temos que aproveitar a longa semana porque tem muitos jogos pela frente”, disse Coudet derrotado na teleconferência.
“PERDEMOS O JOGO QUE NÃO QUEREMOS PERDER” declarou Coudet do Más Monumental após o Superclásico. pic.twitter.com/dATQnCqBwg
– Centro Esportivo (@SC_ESPN) 19 de abril de 2026
Várias questões foram levantadas durante a tarde de Núñez. E há dois que se destacam: a má composição do elenco e o péssimo preparo físico dos jogadores. A imagem no final foi um sintoma: antes de sair para o pênalti de Herrera, a maioria dos jogadores se abaixou para se esticar. Esses problemas podem funcionar como atenuantes para Chacho, mas é sua responsabilidade que a equipe ainda não tenha mostrado sua ideia. Se o River foi mesmo fácil, o oposto do que apregoa o ex-técnico do Rosario Central e do Racing.
E da falta, temos que entender o péssimo meio-campo que o time local apresentou para batalhar contra um dos melhores meio-campos do continente, com Leandro Paredes na modalidade campeão mundial. Chachon tinha outras variantes? Não muitos, é verdade. DT optou por afastar o questionado Kevin Castaño. Também foram muito sentidas as ausências de Fausto Vera (para pegar uma perna) e Juan Fernando Quintero (para dar clareza), que se lesionaram durante a semana jogando contra o Carabobo pela Copa Sul-Americana.
“Tivemos que usar Juan Cruz Meza por necessidade porque a ideia era jogar com Vera e Moreno. Sempre falei que em momentos complexos os meninos do River aparecem, mas é difícil quando você tem que mudar a equação e olha para trás e tem três ou quatro meninos de 20 anos. E acrescentou: “O jogo foi bastante plano. Muito disputado, não vimos nenhum jogo de nenhuma das equipas. Quando nos aproximámos, fomos claros: tínhamos que ser curtos e tentar gerar contra uma equipa que iria esperar. É verdade que ficou difícil para nós desde o início com a saída de Driussi. Cometemos erros, até algumas situações claras para empatar. Não precisámos de melhorar o jogo”.
Por fim, Coudet referiu-se à atuação de Leandro Paredes. “Não o vi tão livre. Ele fez dois chutes no primeiro tempo e fomos mal parados. Depois não vi nós dois jogando. No segundo tempo tivemos mais posse de bola.”analisou o treinador.



