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“Existem outros favoritos que são melhores”

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Lionel Messi se preparando para jogar o sexto Mundo de sua carreira. Ele faz isso jogando pelo Inter Miami, onde faltam quatro jogos para o intervalo do calendário introduzido pela copa que acontecerá em América do Norte. E de solo americano, o capitão do Seleção argentina Ele já está sendo solicitado a pensar no que está por vir.

Em bate-papo com o jornalista’Pollo’Alvarezcompartilhado no canal do jornalista no YouTube, o jogador falou sobre a seleção, mas também sobre Franco Colapinto, a rotina em Miami e sua rivalidade com Cristiano Ronaldo, mas na escolha de seus 10 momentos históricos foi ajudado por Rodrigo DePaulseu parceiro em Scaloneta.

“É preciso estar entusiasmado como o argentino sempre se entusiasma, seja na Copa América ou na Copa do Mundo, mas é preciso saber que diante de nós há outros favoritos que farão melhor.

Nesse grupo, o jogador do Inter Miami escolheu dois times do continente europeu e um da América do Sul, mas também outros três do velho continente entre “clássicos” e um coberto.

“A França está novamente muito bem, tem muitos jogadores de alto nível. Acho que a Espanha e o Brasil também, embora não estejam no seu melhor há algum tempo, acho que são sempre candidatos e têm jogadores para poder lutar em qualquer competição”, ofereceu o pódio dos candidatos fora do Scaloneta que compõem.

“Alemanha ou Inglaterra, as grandes potências, e depois sempre Portugal. Acho que têm uma equipa muito competitiva”, concluiu elencando candidatos… ou mufarlos.

A inclusão da seleção portuguesa obrigou à referência a Cristiano Ronaldo, seu inimigo em tempos de Liga espanhola ou de Liga dos Campeões e sempre válida em termos pessoais.

“Ele esteve no Real Madrid, eu estive no Barça… clássico, dérbi, ambos lutamos por títulos coletivos e individuais e o pessoal do futebol traz-o para a competição, para escolher um ou outro. Pelo caminho foram conquistadas coisas importantes, tanto do lado dele como do meu lado, o que tornou a competição ainda maior. A verdade é que sempre o dissemos, nunca tivemos uma relação porque raramente, alguma vez nos cruzámos num jogo ou em qualquer momento. Sempre a lutar para ver se ele ganhava ou eu ganhava… mas sempre foi bom e agora estamos longe e em diferentes momentos e fases da vida, enfatizou.

Nesse sentido, o rosário não definiu uma data de fim para a carreira e destacou o caráter competitivo como o principal fator que o mantém ativo, apesar de completar 39 anos no dia 24 de junho.

“Adoro jogar bola e vou fazer isso até não aguentar mais. Sou competitivo, gosto de ganhar em tudo. Já falei muitas vezes: às vezes nem deixo meu filho ganhar em jogos pequenos… é o meu jeito de ser e o que me fez conseguir tudo que conquistei. Embora às vezes, muitas vezes, seja feio porque é muito difícil eu perder, também o fato de eu perder, leva ao que eu perco. Quem eu sou”, ele se representou.

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