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Fillol, Chiquito Romero, Cambeses e Piojo López contaram como é defender as cores da seleção argentina

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A febre da Copa do Mundo já pode ser sentida no ar. O Seleção argentina Detalhes finais da estreia contra a Argélia, que acontece nesta terça-feira, 16 de junho, com início às 22h. Nesse cenário, os ex-futebolistas que vestiram a camisa albiceleste em qualquer Copa do Mundo podem entender melhor do que ninguém quem vai pensar em quem está perto de estrear no WC 2026.

Ubaldo Fillolcampeão mundial de 1978, Sérgio Romerofinalista em 2014, Claudio Piojo López, que esteve presente em 1998 e 2002, participou um encontro organizado pela Betsson dentro da série “United by Passion”. Além disso, também houve Facundo Cambeses que, embora não tenha experiência de nomeação máxima, participou de algumas nomeações durante o ciclo de Lionel Scaloni.

Foram revistos 50 anos de história. Da experiência de Fillol na Alemanha em 1974 até a final que Romero disputou no Brasil em 2014, passaram pelas Copas do Mundo que marcaram a carreira de Piojo López e pela emoção que Cambeses representa para uma nova geração de futebolistas argentinos.

O eixo central da conversa dos três jogadores que passaram pela Academia além do atual goleiro foi claro: como é vestir a camisa da seleção em uma Copa do Mundo. “Você realmente não percebe o que isso significa até que você entra em campo, o hino está tocando e seu sangue ferve. É uma sensação única”, lembrou El Piojo.

Romero, o goleiro com mais partidas na história da seleçãoconfirmou a reflexão do ex-atacante e relembrou as horas que antecederam a estreia em África do Sul 2010: “A viagem até o campo no ônibus, a expectativa, tudo que envolve o jogo. Seu sangue começa a ferver. Não vou mais esquecer a estreia contra a Nigéria.”

Fillol, uma das maiores referências da história do arco albicelestecontou sua experiência em Alemanha em 1974a copa do mundo onde foi como terceiro goleiro e que o ajudou a conhecer o clima da competição. “Foi uma experiência inesquecível. Quando voltei ao River, me contaram o quanto eu havia progredido. Lá descobri uma rebelião que tinha dentro de mim e senti que havia dado um salto qualitativo”, explicou Pato, que quatro anos depois se tornaria uma das primeiras estrelas da seleção argentina.

A figura de Diego Armando Maradona não ficaria de fora de uma conversa sobre esse estilo. Para Diego é a melhor referência para falar da Argentina na Copa do Mundo.

El Piojo López relembrou com emoção o dia em que Maradona, que trabalhava como treinador do Racing enquanto cumpria suspensão por teste positivo para doping, lhe disse que seria convocado para a seleção nacional. “Ele foi o primeiro a me contar. Ainda hoje fico arrepiado quando me lembro disso”, admitiu.

Romero também falou sobre sua experiência. Em 2009, enquanto aproveitava um dia de folga na Holanda, seu telefone tocou e uma voz do outro lado se apresentou simplesmente como Diego. “Achei que fosse um amigo brincando e o interrompi”, disse ele, rindo. A história não terminou aí. Segundos depois o celular tocou novamente. “Eu atendo e ele me diz: ‘Sou Diego. Da próxima vez que você desligar meu telefone, não te ligo de novo’”, revelou.

Além das diferenças geracionais, os quatro concordaram em uma coisa: receber a convocação da seleção nacional marca um antes e um depois na vida de todo jogador de futebol. Por exemplo, Cambeses, goleiro da academia, disse que sua primeira convocação ocorreu poucas horas depois de uma derrota. E essa notícia fez com que a raiva de perder ficasse em segundo plano.

Com o entusiasmo renovado por mais uma Copa do Mundo, os quatro presentes consideraram que a Argentina é historicamente sempre uma candidata. E desejaram que a quarta estrela fosse bordada no escudo.

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