o Seleção argentina Prepare-se para entrar na verdadeira batalha nas quartas de final Copa do Mundo 2026. Na sala de espera da passagem transcendental à frente suíço, Lionel Scaloni Ele deu uma extensa entrevista coletiva.
Na mesma conversa com a mídia, ele revisou absolutamente tudo: Escalação esperada, análise do adversário e força física de Lionel Messie o verdadeiro legado que procurou deixar no comando da seleção nacional.
Lionel Scaloni pode repetir a escalação pela primeira vez na Copa do Mundo: com Lionel Messi, a possível escalação entre Argentina x Suíça
Formação e desenvolvimento de equipes
Questionado se manteria o camisa 11 que se classificou na fase anterior, o treinador não mediu palavras e deixou aberta a possibilidade de continuidade dos nomes.
Sobre a escalação de amanhã, Scaloni disse: “Se já fiz isso algumas vezes, repito para a equipe, não seria uma loucura se acontecesse de novo, nem seria uma loucura o suficiente para que houvesse alguma mudança. Provavelmente jogaremos como no outro dia. A equipe fez o que eu gosto.”.
Relembrando as conquistas na competição, o treinador analisou o crescimento do grupo após um início difícil: “Acho que o que fazemos é porque achamos que a equipe pode melhorar. Sempre pensamos na equipe, no Catar fizemos isso”.
Depois acrescentou: “Agora com a entrada do Paredes acho que a equipe melhorou muito. Estamos mais presentes no campo adversário. A adição de Alexis à esquerda nos dá ainda mais. O mesmo vale para Nico Tagliafico. No início parecia mais escuro do que agora. Hoje posso dizer que tivemos sucesso e estamos lá, competindo e espero que amanhã façamos uma boa partida. Achamos que a equipe está bem”..
Análise da Suíça e do torneio da Copa do Mundo
O treinador evitou qualquer tipo de relaxamento e elogiou a seleção suíça que havia acabado de bater forte na partida-chave anterior.
Sobre as virtudes dos adversários das quartas de final, a equipe alertou: “Não há adversários fáceis, para mim é um time muito bom. É um time que compete com os melhores times, sempre em cima, sempre competitivo, tem tradição em Copas do Mundo, tem jogadores experientes, têm boa força física. Vai ser complicado, difícil, eliminou a Colômbia, o time tem feito muita coisa. Um adversário muito difícil tem jogadores muito interessantes fisicamente, são muito fortes.”.
Avaliando o nível geral da Copa do Mundo, Scaloni não deixou de olhar para outro ponto-chave e reconheceu a hierarquia europeia: “Espanha e França são uma equipa assustadora. É verdade”.
No entanto, ele salvou a força mental dos companheiros para lidar com a pressão: “Esta seleção tem a Copa do Mundo de 2022 atrás de si. A seleção não tem responsabilidades, enfim, estamos bem.”.
A turma de Lionel Messi aos 39 anos e a situação do pênalti
Um dos focos da conferência foi o capitão argentino e seu desempenho físico e futebolístico naquela que será sua última prova na Copa do Mundo.
Ao avaliar o desempenho de La Pulga, Scaloni fez os seguintes comentários: “O Leo corre quase sempre como faz nas partidas. Não é que ele corra mais ou menos, o que ele faz é muito mais decisivo. Acho que toda a equipe o ajuda muito”.
Fisicamente, é verdade que teve uma certa preparação e em termos de números não mudou muito. Ele está dando tudo o que tem. Quando ele dá tudo o que tem, ele é uma máquina. Isso não me surpreende. Quem não o conhece acha que aos 39 anos ele ainda não está à altura. Enquanto ele quiser, ele sempre será o melhor. Isso não me surpreende, acho que ele será o melhor até sentir vontade.” ele acrescentou sobre Messi.
Quando questionado sobre os pênaltis perdidos recentemente por Messi, o técnico os apoiou cegamente 10: “Em primeiro lugar, nem penso em pênaltis, ele pode fazer o que quiser. Ele vai chutar se quiser, se não, veremos. Tem jogador que também chuta, mas ele decide”.
Legado da seleção nacional: “Jogar com paixão”
Além dos resultados numéricos, o pujato também se emocionou ao falar do vínculo afetivo que esse time construiu com os torcedores e as novas gerações.
Para encerrar, Scaloni deixou uma profunda reflexão sobre sua identidade cíclica: “Quero que seja lembrado como um time que nunca foi definido, pelo jogador argentino. Para mim, os meninos dizendo ‘vamos para a Argentina’ me emocionaram, foi inacreditável. A seleção joga futebol para isso, não se joga só para vencer. Se vem do coração então é inacreditável. Se isso se chama legado, então é isso que queremos. É disso que se trata jogar por um time.”
FMZ



