Boca Juniors Ele estava pensando no Estádio Monumental. Devido a esta Superclássico correspondente à 15ª jornada do Apertura 2026, o treinador Cláudio Úbeda A decisão de apostar no terreno valeu a pena, embora com uma revisão forçada e dolorosa que atrapalhou os planos para a semana.
Quem ganha o Superclásico?: Resultados surpreendentes que a IA prevê para o River-Boca
Mudança obrigatória no arco
A pior notícia para Xeneize vem da equipe médica. Agustín Marchesín sofreu uma ruptura no ligamento cruzado do joelho direitouma lesão que o manteria fora de campo por seis a oito meses. Essa perda de peso não afeta apenas o duelo com o River, mas também deixa o Boca sem gols para marcar pelo resto da temporada.
Com esse cenário, A responsabilidade recai sobre os ombros de Leandro Brey. O jovem guarda-redes, que foi chamado para liderar, terá fogo absoluto no Superclásico, sendo a única peça do puzzle que muda a “gala 11” que Úbeda tinha em mente.
Um meio-campista que leva a marca da Seleção Nacional
Apesar de perder por gols, o Boca mostrará um time em boa forma nos demais jogos. A presença de Leandro Paredes no ringue central dá-lhe a hierarquia necessária para gerir a sua passagem por Núñez. Ele virá com a intensidade de Santiago Ascacibar e implantação de jovens Milton Delgadoformando um bloco intermediário equilibrado e combativo.
Na geração de jogos, Thomas Aranda será responsável por apoiar uma dupla de ataque que gera medo em qualquer defesa: o poder do Miguel Merentiel e marcando o nariz de Adão Bareiro.
Boca pode ter 11 homens para o jogo do Superclássico
Pensando neste panorama, o Boca entrará em campo com seus habituais dez jogadores titulares e grande comprometimento juvenil com o gol: Leandro Brey; Marcelo Weigandt, Lautaro Di Lollo, Ayrton Costa, Lautaro Blanco; Leandro Paredes, Milton Delgado, Santiago Ascacíbar, Tomás Aranda; Miguel Merentiel e Adam Bareiro.
PA



