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A luta com os Nerds não será no córner de Mauricio Ruffy no UFC 325.

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Mauricio Ruffy explora diversas opções de treino antes do UFC 325 | Getty/UFC



Os treinadores do Fighting Nerds, Pablo Sucupira e Flavio Alvaro, não estarão no corner de Mauricio Ruffy na luta contra Rafael Fiziev no UFC 325.

A dupla conversou sobre isso com o jornalista Diego Ribas em seu podcast “Direto de Vegas” no canal Ag.Fight no YouTube. Porém, o treinador deixou claro que as portas do time continuam abertas para o atleta após a primeira derrota para o Benoit St. Denis, em setembro. Ele escolheu passar uma temporada no City Kickboxing. onde treinou com nomes como Israel Adesanya e Alexander Volkanovski.

“Hoje, meu relacionamento com Ruffy é privado, não profissional, não sou mais o técnico Ruffie.” Álvaro dizer– “Ele entrou no meu treino em grupo. Mas eu não o treinei. Isso é bom para nós. Mantendo nossa amizade, respeito e carinho. Ruffy é meu amigo, gosto dele, amo ele e tenho certeza que ele tem um amor especial por mim. E nos damos muito bem no nível pessoal. O que ele precisar de mim pessoalmente, o que ele, sua família – estarei pronto. Agora, profissionalmente, Pablito (Sucupira) está tomando as rédeas. de todos os jogos”

em Capítulo 16 Uma semana depois, foi o técnico do time, Sukupira, quem discutiu o assunto com Ribas.

“Ruffy é uma parte importante do Fighting Nerds e foi ele quem trouxe Flávio Álvaro para o time”, disse Sucupira, “quando ele escolheu passar uma temporada no City Kickboxing e treinar Muay Thai na Tailândia. Eu o entendo e apoio. As portas do Fighting Nerds estarão sempre abertas para ele”.

Porém, Sukupira esclareceu que, considerando as decisões dos atletas, ele não estará no corner de Ruffy na Austrália, já que Jean Silva lutará na semana anterior no UFC 324 contra Arnold Allen, em Las Vegas.

Sem ressentimentos

Sucupira disse que sempre apoiou as decisões de Caio Borralho quando treinou com Khamzat Chimaev, Paulo Costa e Sean Strickland, e ressaltou que não acredita mais na velha mentalidade de “creonte” (traidor) que era uma marca registrada do MMA brasileiro na era do Pride.

“Não há mais espaço para uma mentalidade ‘Creonte’. Isso é passado”, disse ele. “Sempre digo aos meus atletas que prefiro ver vocês terem sucesso e serem felizes com outro time do que fracassarem e ficarem infelizes comigo”.



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