A capacidade dos jogadores de ganhar dinheiro com acordos de nome, imagem e semelhança mudou o futebol universitário e também mudou a realidade do futebol profissional para alguns novatos que ganharão menos dinheiro na NFL do que ganhavam na faculdade.
O gerente geral dos Eagles, Howie Roseman, disse que está ainda mais comprometido em recrutar jogadores que realmente amam jogar futebol, já que os incentivos financeiros para alguns desses jogadores mudaram.
“O maior problema é que, pela primeira vez na história da Liga Nacional de Futebol, você está aceitando jogadores que sofreram cortes salariais”, disse Roseman. “Assim, o caráter dos jogadores, sua paixão e amor pelo jogo vêm à tona.”
Um desses jogadores foi o quarterback dos Dolphins, Quinn Ewers, que supostamente recusou ofertas da NIL de até US$ 8 milhões para permanecer na faculdade quando entrou no draft no ano passado. Ewers, escolhido na sétima rodada, assinou um contrato de quatro anos no valor de US$ 4,3 milhões.
Será mais comum os jogadores entrarem na NFL e serem forçados a aceitar contratos que lhes paguem menos do que ganharam na faculdade. E as equipes da NFL vão querer saber que esses jogadores não se esforçarão menos se receberem menos.

