Um proeminente peso pesado do Ultimate Fighting Championship não está bravo. Ele está apenas desapontado.
Depois de sofrer a segunda derrota na promoção para Alexander Volkov no UFC 321, o lutador de 10 lutadores do UFC Jailton Almeida retorna ao octógono neste sábado, onde enfrenta outro russo, o grande Rizvan Kuniev. Os dois se enfrentarão no UFC Vegas 113, também conhecido como UFC Fight Night 266, em Las Vegas. Em conversa com
Acã lutando Na quarta-feira, o brasileiro revelou porque aceitou uma dupla de curto prazo com o desclassificado Kuniev.
“Na verdade, sempre fui ativo”, explica Almeida. “Mesmo não tendo luta. Também ajudei meus companheiros quando o UFC lhes ofereceu uma luta há três semanas com opção de prorrogação de contrato. Conversei com meu empresário e decidimos aceitar a primeira luta do novo contrato.”
Enquanto o peso meio-médio Curtis Blaydes e o atacante Volkov têm sido melhores que ele na jaula até o momento, Almeida vê um confronto de estilo bem diferente com o bicampeão do Contender Series, Dana White.
“Kuneev é uma pessoa muito perigosa. É por isso que ninguém concordou em lutar com ele”, disse Malhadinho. “Todo mundo pensa que ele venceu a luta contra Curtis Blaydes, mas vou lá fazer o meu jogo, sair com a vitória e voltar ao caminho do cinturão novamente.”
Jailton também falou sobre as lições aprendidas com sua derrota por decisão para Volkov.
“Não há derrota. Há aprendizado. Controlei a batalha em alto nível. Mas claramente faltou agressividade. Fui treinado para isso. Mas não estava confiante o suficiente para agir. Acho que são só os detalhes”, analisou o brasileiro.
Um homem de verdade não pode ter duas faces.
Almeida, 34 anos, é o lutador brasileiro com melhor classificação no peso pesado. Começou a carreira no esporte em 2012 e estreou no UFC em 2022. Ao longo da carreira, o baiano registrou 22 vitórias, sendo 21 por paralisação, e já perdeu quatro vezes. Almeida pode pendurar o chapéu com vitórias sobre jogadores como Derrick Lewis, Jersinho Rosenstruk e Sergei Spivak.
No transmissão No início desta semana, o peso pesado conversou com o jornalista Laerte Viana sobre sua mágoa em relação às críticas do comentarista do UFC e ex-campeão peso pesado Daniel Cormier. Ele soube dos comentários negativos de Cormier durante uma conversa com Tom Aspinall nos bastidores do UFC Abu Dhabi, durante sua semana de luta com Volkov.
“Cormier é uma ótima pessoa”, Almeida pretendia dizer primeiro. “Eu sempre provoco ele, mas acho que (o que ele disse sobre mim) foi pouco profissional da parte dele. Porque aquele homem estava sussurrando para outros atletas. Mesmo sendo funcionário do UFC, ele não tinha o direito de fazer isso. Acho que é um desrespeito comigo. Eu o trato como um ícone. Sempre fui um ídolo do esporte. E aí ele vai e fala isso, você fica decepcionado.”
O irritado brasileiro continuou: “Aí ele postou um pedido de desculpas, mas não estávamos na cabeça de ninguém. Vou deixar essa situação passar. Eu sou um homem e falo o que penso. Não digo nada pelas costas de ninguém. Se eu disser algo bom, eu digo. Se eu disser algo ruim, eu falo. Eu disse na frente de todos. Papai me ensinou que sempre serei um homem, não importa o que aconteça. Se chegar a hora de ele falar comigo”, falarei com ele. Se ele não falar comigo, foda-se ele, mas acho que é isso que os não-homens fariam. Se você sussurrar no ouvido de alguém sobre alguém que sempre o respeitou, eu sempre o trato bem para ele falar mal de mim desse jeito.


