Jerry Jones é dono do Dallas Cowboys desde 1989. Uma única transação ficou ligada à sua identidade.
Jerry Jones é um cowboy e, para o bem ou para o mal, um cowboy é Jerry Jones.
É por isso que não é surpresa que Jerry tenha dito em uma entrevista recente ao Zach Keefer do The Athletic: “Não tenho um plano de sucessãoeu não sou. Um dia não estarei aqui para investir meus dois centavos.”
Esse é outro exemplo da lendária hipérbole de Jerry. Claro que ele tem um plano de sucessão; O escritório da liga determina que, a cada ano, cada proprietário de equipe forneça o nome de uma pessoa que assumirá as rédeas caso o proprietário morra ou fique incapacitado.
Ficou claro ao longo dos anos que, sempre que Jerry não estiver aqui para “jogar minha opinião”, Stephen Jones será o cara comandando o show. E este artigo concentra-se fortemente nas diferenças potenciais entre Jerry e Stephen, que estão no comando da equipe.
Também se concentra em um dos maiores desentendimentos de todos os tempos, quando Jerry quis contratar o quarterback Johnny Manziel na primeira rodada do draft de 2014 e Stephen liderou o esforço para contratar o atacante Zach Martin.
Kiefer tem esta citação obscura de Stephen em referência à sua lembrança da reação de Jerry à escolha de Martin.
“Espero que você esteja feliz”, disse Stephen, citando Jerry. “Você não faz coisas especiais na vida – eu nunca teria comprado o Dallas Cowboys – tomando decisões no meio do caminho. E o que você fez foi no meio do caminho… … você nunca será ótimo.”
Martin ainda provou ser o melhor jogador do tabuleiro quando selecionado pelos Cowboys na 16ª posição. E, junto com Mike Evans, Aaron Donald e possivelmente Khalil Mack, Martin é um dos poucos futuros membros do Hall da Fama desse draft. (Davante Adams, eliminado no segundo turno, também tem chance de ir para lá.)
Manziel, por sua vez, foi um ícone de todos os tempos. O que faz os fãs dos Cowboys se sentirem um pouco melhor sobre o futuro inevitável em que Stephen dirige um ônibus gigante com uma estrela azul de cada lado.

