O caso de assassinato contra o ex-olheiro dos Titãs, Blaise Taylor, continua.
Na terça-feira, Taylor decidiu não testemunhar em sua própria defesa.
Não é uma decisão surpreendente. A maioria dos réus criminais opta por não renunciar ao direito da Quinta Emenda contra a autoincriminação. Fazer isso abre a porta para um interrogatório agressivo que pode ajudar a promotoria a provar mais facilmente seu caso, além de qualquer dúvida razoável.
Na prática, esta é uma situação sem saída para o réu. Embora o juiz diga ao júri para não decidir não testemunhar contra o arguido, é difícil para muitos jurados não concluir que, se o arguido for inocente, o arguido tomará o banco das testemunhas e dirá isso.
Taylor supostamente envenenou sua namorada grávida ao adicionar uma quantidade letal de cocaína à limonada rosa. Jade Benning e seu filho morreram.
O caso, que está no sétimo dia, caminha para sua conclusão. As discussões finais ocorrerão antes da deliberação do júri.
Taylor, que trabalhou para os Titãs de 2021 a 2023, pode pegar prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional.



