“Se eu vir um projeto de reconciliação sendo apresentado na Câmara e outra tentativa fracassada de desmistificar esta eleição, usarei todas as ferramentas à minha disposição para desacelerar a administração até que as pistas sejam descobertas e as contas sejam feitas”, disse Tillis.
Assustador traz medo, mas essa não é toda a história
Se os eleitores ouvirem Trump sem a ajuda da verificação de fatos ou mesmo do Google, as coisas parecerão muito, muito assustadoras. China, Venezuela e Irã, meu Deus!
Mas embora não haja dúvidas de que o que Trump disse é verdade, o quadro pode ser mais matizado quando os documentos recentemente desclassificados são interpretados objectivamente. Afinal, uma coisa é ter uma observação de baixa confiança em um arquivo e outra coisa é ter uma ação verificada.
Há anos que se sabe que tanto os adversários como os aliados da América têm um grande interesse na forma como o país pratica a sua democracia imperfeita. Até agora, há amplas provas de que a Rússia e o Irão já estão à procura de formas de influenciar o resultado, quer através de campanhas para hackear e publicar e-mails roubados, quer através de fazendas de trolls que espalham lixo de teorias da conspiração. Mas, pelo menos até agora, não há provas comprovadas de que a sua intervenção tenha alterado os votos, muito menos os resultados.



