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Espanha recupera posição no top 100 graças a Joder, Mérida e Lindalos

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Na última segunda-feira, 16 de março, na atualização do ranking ATP, o tênis masculino espanhol retrocedeu quase 38 anos. E havia apenas quatro membros da ‘Armada’ no top 100 do mundo: Carlos Alcaraz (1), Alejandro Davidovic (17), Jaime Manar (35) e Roberto Bautista (88). Esta situação não ocorria desde 3 de outubro de 1988. Naquela época havia quatro raquetes espanholas entre as cem primeiras posições. Emilio Sanchez Vicario (22), Jordi Ares (36), Sergio Cassel (58) e Fernando Luna (64) marcaram.

Menos de dois meses depois, nosso tênis recuperou o ímpeto graças ao sangue novo fornecido pela nova geração Rafael Joder. O madrilenho não é apenas o tenista que mais posições ganhou nas últimas semanas, chegando ao 34º lugar. Ele também é o mais jovem (19 anos) deste ranking.saindo do Brasil em menos de um mês João Fonseca, uma das suas “vítimas” no recente Matua Madrid Open.

Joder juntou-se a outras duas pessoas de Madrid Martin Lyndals (20 anos) e Daniel Merida (21 anos). Primeiro, um jogador das quartas de final do Miami Open deste ano aprendeu a jogar tênis nas mesmas quadras do Joder, o Chamartin Tennis Club.

E se Joder é o tenista mais jovem do “Top 100”, Lindalos é o terceiro e Mérida é o oitavo. A Espanha é também o único país que tem três tenistas entre os dez mais jovens deste ranking. Uma lista, aliás, na qual Carlos Alcaraz está em 17º lugar. E às vezes esquecemos que o homem de Múrcia, que amanhã completa 23 anos, cresceu tão rápido…

Então as coisas são, A Espanha tem atualmente oito tenistas entre os 100 melhoresAlcaraz (2), Alejandro Davidovic (23), Joder (34), Jaime Manar (38), Merida (86), Pablo Carreno (91), Landalos (94) e Roberto Bautista (98) marcaram corridas. Claro, você tem que ir para a posição 131 para encontrar nosso próximo valenciano Carlos Taberneiro.

Apenas três países têm mais tenistas começando no “Top 100”. Os Estados Unidos e a França, que têm 10, e a Argentina, continuam com 9. O senhor genérico Itália tem 7, seguido pela Austrália com 5. Esses seis países somam 49 dos 100 melhores tenistas masculinos do planeta.

Um ‘Top 100’ em que Nem Roger Federer e Stan Wawrinka da Suíça, nem Bornborg ou Mats Wilander da Suécia estão representados.. Isto, senhoras e senhores, é verdadeiramente uma crise completa…

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