Início ESTATÍSTICAS “Lá fora estou tranquilo, mas dentro de campo trago minha agressividade”

“Lá fora estou tranquilo, mas dentro de campo trago minha agressividade”

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César Turiga (Alaquás, 2002) ingressou no setor salarial o capitão do Valência Por decisão nesta temporada Corberas. Ele era presença constante na equipe até que uma lesão o tirou do time titular. Agora, ele encara isso como um desafio para melhorar.

faça uma pergunta Tem uma camiseta sua ao lado de uma foto de Maradona em um restaurante em Valência, qual é a ligação?

responder Os pais do meu noivo são donos de uma churrascaria argentina perto de Mestalla. Pediram minha camisa e penduraram ao lado da do Diego, como se comparando os dois jogadores, há pouca diferença.

P: Você vai se casar em breve?

R. No verão de 2027. Perguntei a ele em dezembro e estou tão feliz, me sinto tão sortuda por ter alguém ao meu lado e tão feliz que ele disse que sim. Havia nervosismo.

Cesar Trega durante a entrevista.F. Falso

a pergunta Também há um apartamento em Valladolid onde estão a sua camisa, mas de Pucela.

R. No dia em que voltei para Valência fui à garagem e havia uma placa no carro que dizia “Obrigado por nos encorajar, sentiremos sua falta”. Não sei como descobriram que eu estava saindo. Quando o chão estava pronto, subi e lhes dei uma camiseta. Tenho algumas lembranças inesquecíveis de Valladolid.

O Levante deixou-me sem jogar durante seis meses quando assinei pelo Valência

a pergunta Sua segunda equipe?

R. sim claro. O ponto alto da minha carreira foram os seis meses em Valladolid.

P. Embora seja torcedor do Valência desde criança, treinou no Levante.

R. Comecei no Dom Bosco, o Levante me contratou, fui emprestado ao Patacona e voltei ao Levante. Meu primeiro ano de adolescência foi quando fui para Valência.

P: Como foi feita a assinatura?

R. O representante nem precisou encerrar a conversa. Era o que eu queria desde criança. Quando se soube que iria para o Valência, passei lá metade da temporada sem jogar. Foram seis meses difíceis, mas valeu a pena.

a pergunta Bom, vamos falar de Valência, podemos falar que o objetivo é a Europa?

R. Vencer o Sevilla foi importante para os três pontos e para a imagem do time fora de casa. Estamos bem na posição, mas vamos jogo a jogo, vendo como vai a temporada e olhando para cima.

César Tariga, durante entrevista.F. Falso

P. Hugo Duro disse que em Oviedo “houve falta de comportamento e é inaceitável”.

R. Oviedo é um exemplo do que não queremos. Falou-se no vestiário sobre a foto que demos e depois não repetimos.

a pergunta Por que o ano passado foi tão bom e este ano tão ruim na maior parte?

R. Seguimos na mesma linha que o treinador veio. Mas há sinais, momentos em que a equipe não é rápida com a bola ou sofre muitos gols. Os concorrentes estudam você, eles conhecem seus pontos fracos e fortes. Apesar do que a comissão técnica nos impõe, do seu estilo de jogo e do facto de os treinarmos e gerirmos bem, há momentos em que é difícil.

Corbers não vem com vitórias ou derrotas

P: Você saiu em sua defesa e disse que é falso que o vestiário sirva de cama de carruagem.

R. Era hora de abordar um assunto que fazia muito barulho e poderia ser prejudicial, embora sempre tenhamos tentado ficar na bolha. Acreditamos no trabalho da comissão técnica. Sempre tivemos plena fé e confiança nele.

Sempre tivemos total e absoluta confiança no treinador

a pergunta Os jogadores de futebol ouvem ‘Corbran renuncia’ enquanto cantam nas arquibancadas?

R. Logicamente, um ator não pode escapar completamente do que está acontecendo ao seu redor. É com a gestão das emoções que temos que lidar no meio do jogo. Não devemos concentrar-nos em quaisquer questões, mas sim no trabalho que estamos a realizar neste momento.

a pergunta Como é Carlos Corbran como treinador?

R. Um homem muito trabalhador. Ele nunca demonstrou qualquer dúvida. É muito metódico. Não ficamos muito altos na vitória e não ficamos muito baixos na derrota. É a sua maneira de provar o seu valor, mantendo uma linha estável nos bons ou maus momentos.

César Tariga, durante entrevista.

a pergunta Antes da lesão você era sem dúvida um iniciante.

R. Isto é o que pode acontecer. Conheço a competição na minha posição, vejo eles treinando todos os dias, estão em alto nível, porque também trabalham para começar. É uma competição que nos faz crescer a todos.

pergunta Você parece muito calmo. Já lhe disseram: ‘César, muito mau humor’?

R. Talvez eu esteja fora de campo, como você diz, descanse. Mas por dentro acho que estou forçando. Tento ser a próxima pessoa na área.

A competição que existe na posição central faz com que todos cresçamos

P: Com qual colega você aprendeu mais?

R. É difícil dizer apenas um. José (Gaia) é exemplo em tudo. Muito profissional.

P. Este ano, Gaia está enfrentando críticas de Mistla.

R. Além dos bipes, é também um exemplo de como lidar com essas situações. Ele vivencia isso como algo que acontece no futebol.

a pergunta Você costumava jogar com Masjidira, que começou na seleção principal na sexta-feira.

R. Não estou surpreso. Eu o conheço há muito tempo e sei o quanto ele tem. Escrevi para ele para parabenizá-lo pelo telefone. Fico feliz com cada coisa boa que acontece com você porque é bem merecida.

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