Os pesquisadores encontraram partículas microplásticas em 84% dos pacientes com ataques cardíacos graves, em comparação com 40% nos pacientes com doenças cardíacas crônicas e 32% nas pessoas saudáveis.
O polietileno foi o tipo de plástico mais comum, com as maiores concentrações encontradas diretamente no sangue coronariano, acompanhadas de marcadores inflamatórios elevados.
O estudo descobriu que os fumantes tinham seis vezes mais probabilidade de ter microplásticos no sangue e que todos os pacientes expostos ao fumo e à alta poluição do ar tinham plásticos detectáveis.
Embora o estudo não possa provar a causalidade, sugere que a poluição pode ser um factor de risco modificável para doenças cardíacas.
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