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Um clérigo iraniano pede que a pena de morte seja aplicada aos manifestantes detidos no Irão

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Um clérigo iraniano apelou à pena de morte para os manifestantes detidos durante uma repressão nacional no meio de distúrbios em curso contra o regime islâmico.

O apelo do clérigo surge na sequência das ameaças do presidente Donald Trump de intervenção americana caso os manifestantes sejam recebidos com violência.

O sermão do aiatolá Ahmad Khatami, que foi transmitido pela rádio estatal iraniana, supostamente provocou aplausos entre aqueles reunidos para orar. A Associated Press informou que os gritos incluíam “Hipócritas armados devem ser mortos!”

Durante o seu discurso, Khatami apresentou as primeiras estatísticas abrangentes sobre os danos resultantes dos protestos, que começaram no final de dezembro, segundo a Associated Press. Esta informação fornece uma visão da escala dos protestos depois que o regime impôs um bloqueio nacional da Internet em 8 de janeiro.

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O clérigo iraniano Ahmad Khatami profere seu sermão durante uma cerimônia de oração na sexta-feira em Teerã, Irã, sexta-feira, 5 de janeiro de 2018. (Ibrahim Norouzi, arquivo/foto AP)

O clérigo afirmou que 350 mesquitas, 126 salas de oração e 20 outros locais sagrados foram danificados, informou a Associated Press. Khatami também afirmou que 400 hospitais, 106 ambulâncias, 71 carros de bombeiros e 50 outros veículos de emergência foram danificados.

Outras 80 casas de imãs de oração de sexta-feira também foram danificadas, informou a Associated Press, acrescentando que isto pode ser um sinal de que os manifestantes manifestam a sua frustração contra o governo, uma vez que os líderes ocupam uma posição importante dentro do sistema clerical do Irão.

“Eles querem que você se afaste da religião”, disse Khatami, segundo a Associated Press. “Eles planejaram esses crimes há muito tempo.”

Neste quadro retirado de um vídeo obtido pela Associated Press, um manifestante mascarado é visto carregando uma foto do príncipe herdeiro iraniano Reza Pahlavi durante um protesto em Teerã, Irã, sexta-feira, 9 de janeiro de 2026. (Conteúdo gerado pelo usuário via AP)

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Khatami, que foi nomeado pelo líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, e é membro da Assembleia de Peritos e do Conselho Guardião do país, já se manifestou anteriormente contra os manifestantes. Ele os descreveu como “servos” do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu e “soldados de Trump”.

Khamenei fez declarações semelhantes, dizendo que os manifestantes estavam “destruindo as suas ruas para agradar ao presidente de outro país”, referindo-se a Trump.

Iranianos participam de um protesto antigovernamental em Teerã, Irã, em 9 de janeiro de 2026. (Conteúdo gerado pelo usuário via AP)

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Trump tem manifestado o seu apoio ao povo iraniano e disse desde o início que os Estados Unidos estavam “prontos e preparados” e preparados para intervir se o regime usasse violência contra os manifestantes. Não está claro se e quando os Estados Unidos tomarão medidas concretas no Irão, mas a especulação tem aumentado após o bombardeamento de instalações nucleares no país em 2025 e a prisão do ditador venezuelano Nicolás Maduro pelos EUA.

A Fox News Digital entrou em contato com a Casa Branca e o Departamento de Estado para comentar.

A Associated Press contribuiu para este relatório.

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