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Venezuela ordena prisões após operação dos EUA prender Maduro

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As autoridades venezuelanas receberam ordens de encontrar e prender qualquer pessoa envolvida no apoio à operação militar que levou à prisão de Nicolás Maduro.

O decreto de emergência, emitido no sábado, mas publicado na segunda-feira, ordena que a polícia “comece imediatamente uma busca nacional e prenda todos os que participaram na promoção ou apoio ao ataque armado lançado pelos Estados Unidos”, de acordo com o texto do decreto, informou a Reuters.

Não está claro quais acusações poderiam ser feitas contra os detidos.

Maduro compareceu pela primeira vez ao tribunal na segunda-feira em Nova York, dias depois de as forças dos EUA prenderem ele e sua esposa no fim de semana.

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Apoiadores do governo carregam fantoches do programa de TV Super Bigote, inspirados no presidente Nicolás Maduro e na primeira-dama Celia Flores, durante um protesto exigindo sua libertação da custódia dos EUA em Caracas, Venezuela, no domingo. O governo ordenou à polícia que procurasse e prendesse qualquer pessoa envolvida no apoio à operação militar dos EUA que ocorreu no fim de semana. (Foto AP/Ariana Cobios)

O Departamento de Justiça acusou ambos de terrorismo relacionado às drogas e outros crimes.

“Eu sou inocente. Não sou culpado de nada escrito aqui”, disse Maduro no tribunal enquanto as acusações contra ele eram lidas.

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Foto lado a lado do presidente Donald Trump e da vice-presidente venezuelana Delcy Rodriguez. (Joe Raedle/Kirill Kudryavtsev/AFP/Getty Images)

Na ausência de Maduro, Delcy Rodriguez, seu ex-segundo em comando, foi empossado como presidente interino da Venezuela. Rodriguez, 56, é um confidente e apoiador de longa data de Maduro.

Ela foi vice-presidente do país de 2018 até domingo.

Apesar de condenar a operação militar dos EUA, Rodriguez disse num post nas redes sociais no domingo que seu país aspira a relações internacionais equilibradas e respeitosas entre Caracas e Washington.

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“Apelamos ao governo dos Estados Unidos para que coopere connosco numa agenda de cooperação orientada para o desenvolvimento comum no âmbito do direito internacional para promover uma coexistência social duradoura”, escreveu ela.

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