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Imagens de vídeo mostraram as consequências de um ataque com mísseis balísticos que atingiu Ramat Gan, um bairro a leste de Tel Aviv, na noite de terça-feira, matando pelo menos duas pessoas, segundo autoridades israelenses.
A filmagem mostra um carro em chamas, com destroços espalhados pela rua, enquanto equipes de emergência avaliam a cena, com sirenes de ambulância tocando ao fundo.
A Guarda Revolucionária paramilitar do Irã disparou o míssil, que teria como alvo o centro de Israel em retaliação pela morte de Ali Larijani, secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã e uma das figuras mais poderosas do país.
O IRGC disse que disparou múltiplas ogivas de mísseis Khorramshahr-4 e Qadr, que afirma terem uma chance maior de escapar dos sistemas de defesa antimísseis e podem sobrecarregar o rastreamento por radar.
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Equipes de emergência respondem a um ataque de mísseis balísticos no qual um casal de 70 anos foi morto, segundo relatórios publicados, em 18 de março de 2026, no subúrbio de Ramat Gan, em Tel Aviv, Israel. (Alexey J. Rosenfeld/Getty Images)
Israel disse que as duas vítimas mortas no ataque noturno eram um casal na casa dos 70 anos.
O ataque faz parte de um conflito em rápida escalada que começou em 28 de Fevereiro, na sequência dos ataques dos EUA e de Israel ao Irão, que desde então resultaram na morte de vários altos funcionários iranianos. Estes incluem Larijani e o general Gholam Reza Soleimani, chefe da milícia Basij da Guarda Revolucionária, que foi morto na terça-feira.

Primeiro socorrista no local após ataque mortal com mísseis iranianos perto de Tel Aviv. (Mag. David Adom)
O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, também disse que o ministro da Inteligência iraniano, Ismail Khatib, foi morto em um ataque noturno, embora o Irã não tenha confirmado sua morte.

O Irã lançou um míssil retaliatório contra Israel na noite de terça-feira. (Mag. David Adom)
O Irão respondeu com uma campanha alargada de ataques com mísseis e drones contra Israel, locais ligados aos EUA e infra-estruturas energéticas em todo o Golfo Pérsico, incluindo ataques relatados na Arábia Saudita, nos Emirados Árabes Unidos, no Qatar e no Bahrein.
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O conflito mais amplo suscitou receios de uma guerra regional e de uma potencial perturbação no fornecimento global de energia, com o Irão também a ameaçar o transporte marítimo através do Estreito de Ormuz, uma rota de trânsito crucial para o petróleo mundial.
A Associated Press contribuiu para este relatório.



