Um dispositivo explosivo explodiu num autocarro no sudoeste da Colômbia no sábado, matando 13 pessoas, num ataque descrito pelo chefe do exército do país como um “ato de terrorismo” e ferindo pelo menos 38, à medida que a violência do tráfico de drogas na região continua a aumentar.
Octavio Guzmán, governador da região de Kaká, disse nas redes sociais que o aparelho caiu enquanto o ônibus trafegava pela Rodovia Panamericana, no município de Cajibio.
A secretária de Saúde de Kaká, Carolina Camargo, disse ao noticiário de televisão Noticias Caracol que cinco crianças estavam entre os feridos.
O comandante das Forças Armadas da Colômbia, general Hugo López, disse em entrevista coletiva que se tratou de um “ato terrorista” e culpou a rede de um homem conhecido como “Ivan Mordesco” – um dos homens mais procurados da Colômbia – e a facção de Jaime Martinez. Ambos são opositores das extintas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, que operam na região.
Nem Ivan Mordesco nem a facção de Jaime Martínez cumprem o acordo de paz de 2016 com o Estado.
O presidente colombiano, Gustavo Petro, condenou o ataque nas redes sociais.



