O líder de Hong Kong, John Lee Ka-chew, encerrou a sua visita à Ásia Central depois de se reunir com líderes de alto nível e assinar quase 100 acordos de parceria destinados a abrir uma “grande porta” para as empresas locais e da China continental.
Embora a retoma dos voos directos para a região tenha sido considerada uma grande vitória da viagem, os observadores observaram que existem desafios reais pela frente, uma vez que as autoridades e várias partes interessadas devem tomar as medidas de acompanhamento necessárias para colher os benefícios.
As autoridades e empresas locais assinaram 96 acordos e memorandos de entendimento (MOU) com os seus homólogos da Ásia Central, dos quais 61 foram assinados no Cazaquistão e 35 no Uzbequistão. Os acordos abrangeram setores como finanças, inovação, comércio e mídia.
O banco de investimento China International Capital Corporation emergiu como um interveniente-chave, assinando pelo menos seis acordos.
Isto inclui o fundo soberano do Cazaquistão, Samrok Kazina, que visa aproveitar a experiência financeira de Hong Kong para facilitar a privatização das empresas estatais do país e das principais indústrias nacionais.
Em meio a essa tendência, a empresa ferroviária estatal Cazaquistão Timor-Zolii (KTZ) já havia decidido se listar em Hong Kong, de acordo com o presidente do Conselho de Desenvolvimento Comercial, Frederick Ma Sihang. A KTZ está entre as empresas cazaques que participarão de um roadshow em Hong Kong no final deste mês para atrair investidores.



