A China e os EUA concordaram em estabelecer conselhos comerciais e de investimento, comprometendo-se, em princípio, a compensar os cortes tarifários um do outro numa base recíproca.
“Os dois lados usarão o conselho comercial como um fórum para discutir questões como reduções tarifárias sobre produtos específicos”, disse o Ministério do Comércio da China em comunicado no sábado, sem fornecer mais detalhes.
A declaração acrescenta que as duas maiores economias do mundo também registaram progressos no comércio agrícola e na aviação.
Os dois lados concordaram em reduzir as barreiras não tarifárias sobre certos produtos agrícolas, abrangendo frutos do mar chineses, produtos lácteos e carne bovina e de aves dos EUA, e em aumentar o comércio agrícola bilateral, reduzindo as tarifas mútuas sobre uma gama específica de produtos.
O ministério também confirmou um acordo que cobre a compra de aeronaves dos EUA pela China e a garantia de Washington de fornecer motores a jato e peças à China, concordando em continuar a cooperação em áreas relacionadas.
“Os dois lados chegaram a acordos para que a China compre aeronaves dos Estados Unidos e dos Estados Unidos e garantam o fornecimento de motores e peças de aeronaves à China, e concordaram em promover a cooperação em áreas relacionadas”, afirmou o comunicado.
Anteriormente, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que a China concordou em comprar pelo menos 200 aviões comerciais da Boeing, e até 750 se certas condições fossem cumpridas – um compromisso que poria fim a uma seca de quase uma década – após uma visita oficial a Pequim, onde Trump disse que também concordou em comprar até 450 motores a jato da General Electric.



