Durante o longo bloqueio energético dos EUA a Cuba, os painéis solares da China vieram em socorro e forneceram um modelo de independência dos combustíveis fósseis que repercutiu globalmente naquela que está a ser chamada de a pior crise energética da história.
De acordo com a Microgrid Media, uma publicação com sede na Califórnia que monitoriza o potencial global de energia renovável, nos 12 meses até Fevereiro, a quota da energia solar na geração nacional de electricidade em Cuba aumentou de 6% para mais de 20%.
“Ao tornar ineficaz o embargo do petróleo através de energias alternativas, Cuba neutralizou o que já foi a principal arma da América”, concluiu o relatório, publicado em 23 de fevereiro.
Até 2028, quando se espera que todos os 92 parques solares financiados pela China estejam operacionais, Cuba terá um total de 2.000 megawatts de electricidade, aproximadamente a capacidade de produção de combustíveis fósseis de um país com mais de 10 milhões de habitantes.
A diminuição do abastecimento de petróleo e gás do Médio Oriente está a acelerar a corrida mundial em direcção a fontes de energia renováveis, veículos eléctricos e infra-estruturas de energia limpa. A China supera todos eles.



