“A Comac percebeu que deve deixar os passageiros o mais confortáveis possível no C919, depois que a novidade inicial em torno do jato caseiro passou e há reclamações sobre a experiência na cabine”, disse a fonte, que falou sob condição de anonimato.
A fabricante com sede em Xangai entregou 37 jatos C919 para companhias aéreas chinesas. O avião voou para mais de 20 cidades da China desde o seu primeiro voo comercial, há três anos, e transportou 4 milhões de passageiros até ao final do ano passado, segundo dados do Ministério dos Transportes.
Junto com a necessidade de melhorar a experiência de voo dos passageiros, a Comac enfrenta outros desafios na ampla onipresença do jato, incluindo capacidade de produção limitada, atrasos nos motores e barreiras à expansão do mercado internacional.
“Uma questão que continua a atormentar os passageiros que voam no C919 – impedindo alguns de escolher a aeronave – é a rigorosa verificação de bagagem no portão”, disse a fonte. “É mais provável que os passageiros despachem suas malas do que as carreguem a bordo, quando os compartimentos da cabine enchem facilmente devido ao seu tamanho insuficiente”.



