O presidente sul-coreano, Lee Jae-myung, que assumiu o cargo em junho passado, procurou implementar a nova estratégia de segurança nacional do acordo, Eli Washington, que insta os aliados do Indo-Pacífico a aumentarem a contribuição para a defesa coletiva na antiga cadeia de ilhas.
Isto levou a Coreia do Sul a aumentar as suas capacidades de modernização, incluindo a procura da aprovação do Presidente dos EUA, Donald Trump, para construir submarinos com propulsão nuclear e a procurar “modernizar” a sua aliança com os Estados Unidos, o que verá o país investir mais em defesas convencionais contra o Norte.
Entretanto, as relações entre Pequim e Pyongyang melhoraram, marcadas pela primeira visita do líder norte-coreano Kim Jong-un à China em seis anos para uma parada militar na Praça Tiananmen, em Setembro.
As relações foram tensas pelos testes nucleares e de mísseis de Pyongyang, que Pequim considera desestabilizadores, bem como pelos crescentes laços militares de Kim com a Rússia, desafiando a influência tradicional chinesa.



