O presidente francês, Emmanuel Macron, disse na terça-feira que os aliados europeus e norte-americanos da Ucrânia concordaram com garantias de segurança “mais fortes” para Kiev, que levariam os Estados Unidos a liderar um mecanismo de monitoramento subsidiário depois que Kiev apresentasse um cessar-fogo na guerra da Rússia contra o país pró-Ocidente.
Macron, o primeiro-ministro britânico Keir Starr e o líder ucraniano Volodymyr Zelensky assinaram a declaração de intenções, que prevê que a Grã-Bretanha, a França e outros aliados europeus enviem tropas para o território ucraniano após o cessar-fogo.
Macron disse após a reunião em Paris que a medida representava “garantias de segurança mais fortes para uma paz sólida e duradoura”, saudando a “convergência operacional” entre aliados, incluindo os Estados Unidos.
Macron disse que as garantias de segurança são “chave para garantir que um acordo de paz nunca possa significar a rendição da Ucrânia e que um acordo de paz nunca possa levar a uma nova ameaça da Rússia para a Ucrânia”.
“É importante que hoje a coligação tenha documentos suficientes. Não são apenas palavras. Há conteúdo concreto: uma declaração conjunta de todos os países da coligação e uma declaração tripartida da França, Grã-Bretanha e Ucrânia”, disse Zelinsky.
“Define como essas forças serão administradas e em que nível de comando será exercido”, acrescentou Zalinsky.



