Anunciada esta semana após o 12º Diálogo Estratégico Bilateral Filipinas-EUA, a medida reflecte um esforço contínuo para fortalecer a chamada Primeira Ilha China e reforçar a postura de defesa da aliança EUA-Filipinas tanto no Mar da China Meridional como no Estreito de Taiwan.
Num comunicado divulgado após a reunião de terça-feira, a Embaixada dos EUA em Manila disse que os dois países “continuariam a trabalhar para aumentar a implantação de mísseis avançados e sistemas não tripulados dos EUA nas Filipinas, expandir e modernizar as capacidades de defesa cibernética civil e militar das Filipinas e a capacidade de detectar e interromper ameaças cibernéticas”.
O embaixador das Filipinas em Washington, José Manuel Romualdez, que participou do diálogo, disse que autoridades de defesa dos EUA e das Filipinas discutiram a possível implantação este ano de lançadores de mísseis norte-americanos atualizados que Manila poderia mais tarde decidir comprar.
“É um sistema realmente sofisticado e será implantado aqui na esperança de que, no futuro, possamos obter nosso sistema”, disse Romualdez, citado pela Associated Press.
O anúncio baseia-se em mobilizações anteriores que já atraíram fortes protestos de Pequim.



