De acordo com um estudo de risco global divulgado na segunda-feira, os EUA representaram um “risco acrescido” ao longo do ano passado, enquanto as opiniões sobre a China melhoraram significativamente em partes do mundo ocidental.
A edição deste ano do Índice de Segurança de Munique descobriu que em 10 dos outros 10 países pesquisados, mais entrevistados viam os Estados Unidos como um aliado do que como uma ameaça. Entrevistou 11.099 pessoas de todas as potências do G7 e quatro dos cinco membros fundadores dos BRICS, excluindo a Rússia.
Mas o inquérito de Novembro revelou um declínio global nos índices de aprovação dos EUA, à medida que a simpatia menos a margem intransponível – uma medida de favorabilidade líquida – se intrometeu em todos os países fora dos EUA desde o ano anterior.
O Canadá registou um declínio acentuado de 52 pontos percentuais num contexto de crescentes tensões diplomáticas e comerciais entre os dois vizinhos.
O Relatório de Segurança 2026 de Munique, que apresenta o índice, disse: “As avaliações dos EUA confirmam: os entrevistados em todos os países pesquisados veem os EUA como uma ameaça maior do que no ano passado”.
O relatório classificou a segunda administração de Trump como “a mais proeminente daquelas que prometem libertar o nosso país das restrições da ordem atual e reconstruir uma nação mais forte e mais próspera”.



