Ao celebrar o seu 250º aniversário, os Estados Unidos enfrentam uma nova ordem mundial dominada pela sua relação com a China. Nesta extensa série, examinamos os pontos de pressão e as possibilidades nessas relações, da tecnologia dura ao poder brando. aqui, Teresa Elena Frontado E Igor Patrício Veja como Pequim está a testar a influência de longa data dos EUA no Hemisfério Ocidental.
Questionado durante a campanha presidencial de 2024 se estava preocupado com o avanço do Brasil e do México em direção à China, Donald Trump encolheu os ombros.
Ele disse que os países “podem fazer o que quiserem”, já que os EUA estão “explodindo a todos, inclusive a China”.
Meses mais tarde, esse tom desdenhoso deu lugar a um esforço aberto para contrariar a influência de Pequim.
A troca de ideias sublinhou como a América se tornou mais uma vez a arena central da competição entre grandes potências.



