As autoridades de Hong Kong permitirão que até 1.000 restaurantes recebam cães de estimação, prevendo-se que o primeiro grupo de restaurantes receba aprovação até meados deste ano.
A Direcção dos Serviços do Ambiente e do Ambiente afirmou na terça-feira que pretende formular propostas de alterações ao Regulamento das Empresas Alimentares, que actualmente proíbe cães em instalações alimentares, no primeiro trimestre deste ano.
Num documento apresentado à Assembleia Legislativa, a agência disse que todos os restaurantes licenciados podem candidatar-se para se tornarem instalações que aceitam cães, exceto aqueles que servem hotpot e churrasco devido a “questões de segurança”.
Ele propôs estabelecer uma cota de cerca de 500 a 1.000 clientes, ou 3 a 5 por cento dos restaurantes de Hong Kong, na primeira fase. Se houvesse excesso de pedidos, as autoridades teriam sacado muito.
De acordo com o documento da agência, a quota foi proposta com o objectivo de que as autoridades observariam o funcionamento e a resposta do comércio e da sociedade na primeira fase, e onde a renovação é necessária “para garantir o compromisso e a implementação praticável da medida”.
Os candidatos aprovados terão que pagar HK$ 140 (US$ 18) para validar a entrada do cão em sua licença comercial de alimentos.
Mas, segundo a proposta, “cães perigosos conhecidos” e “cães de briga” não seriam permitidos nas instalações de alimentação. Outros cães – exceto cães-guia ou com permissão legal – devem ser mantidos com coleira de no máximo 1,5 metros (5 pés) e devem ser contidos com segurança por um adulto ou amarrados a um objeto.


