Apresentada pelo advogado André de Jesus, a queixa acusa Marco de corrupção da confiança pública e traição à confiança pública, citando alegadas falhas no veto de disposições orçamentais inconstitucionais e no tratamento de planos inconsistentes de controlo de cheias.
No entanto, várias figuras políticas e comentadores jurídicos disseram que a denúncia poderia servir como “vacinação”. É um caso fraco que, uma vez levantado pela Câmara dos Deputados, pode desencadear uma proibição constitucional de um ano para novas propostas de impeachment.
De acordo com a lei filipina, apenas um processo de impeachment pode ser iniciado contra um funcionário no prazo de um ano, uma regra que tem sido usada para encerrar múltiplas queixas, admitindo a primeira e rejeitando as restantes.
A nova denúncia contra Marcos foi endossada por apenas um parlamentar, levantando questões sobre seu momento, autoria e perspectivas em uma Câmara dominada por aliados presidenciais.



