Os líderes da comunidade muçulmana e académicos disseram que a oposição em Fujisawa reflectia um padrão mais amplo no Japão, onde a resistência às mesquitas tem sido cada vez mais moldada pela cobertura negativa do Islão no estrangeiro e pelas reivindicações espalhadas nas redes sociais.
Uma reunião pública convocada em Fevereiro em Fujisawa para permitir que os residentes locais fizessem perguntas a um grupo que procurava construir uma mesquita tornou-se feia, com cerca de 200 residentes vaiando ou vaiando comentários da associação da mesquita, de acordo com relatos da mídia.
A associação lançou um website em Janeiro para responder às preocupações, explicando o que é uma mesquita – ou masjid – e as funções religiosas e sociais que desempenha. O site também aborda preocupações relacionadas ao ruído e às medidas de tráfego a serem tomadas para minimizar os impactos na comunidade do entorno.
“Muitos muçulmanos que vivem na cidade de Fujisawa e arredores vivem na área há muitos anos”, observa o site. “Eles fazem compras em lojas locais, os seus filhos frequentam escolas locais e vivem a sua vida quotidiana como membros da comunidade.



